Cycling Fantasy — Cadel Evans Great Ocean Road Race

De noitada em noitada, lá vamos nós para a mais emocionante desta fase do calendário. A Cadel Evans é um thriller australiano para ficar a roer as unhas até ao cruzar da meta!

Cycling Fantasy — Cadel Evans Great Ocean Road Race
Cycling Fantasy

Análise ao percurso: ver Antevisão — Cadel Evans Great Ocean Road Race.

Shortlist falso plano

1200 - 800:

  • Ben O'Connor/Adam Yates/Santiago Buitrago — Algumas big guns vão comparecer à chamada, mas isto é material tóxico no que a fantasy diz respeito.

600:

  • Matthew Brennan — Entrou o ano em modo “pinazzi”, mas acabou a salvar a honra do convento na última etapa do Down Under. É um wonderkid, e encaixa como uma luva neste traçado, por isso, menos de top3 vai saber a derrota!
  • Tobias Lund Andresen — Não digam a ninguém, mas é o meu favorito. Entrou na época com três pódios no TDU, resistiu nas subidas em que Brennan e Pithie vacilaram, e é o mais forte dos três num sprint que não espero com mais de 20 ciclistas.
  • Corbin Strong — Porquê é que está aqui? Porque tem o perfil e o nome certo. Olhando para os resultados recentes, é melhor saltar para o próximo da lista.
  • Finn Fisher-Black — A Cadel Evans é traiçoeira, e Mauro Schmid provou no ano passado que a pendente da Challambra Crescent pode (e vai) ser aproveitada pelos não-sprinters com grandes capacidades roladoras. E aí Fisher-Black será um dos favoritos dessa versão.
  • Ethan Vernon — Capacidade de resistir a subidas curtas, excelente rolador e muito forte ao sprint. Parece feito para isto. Brennan e Lund que se cuidem.
  • Danny van Poppel —Quem se mostra nas redes sociais a perder um sprint para um Caleb Ewan reformado nem merecia estar aqui. Deixo à vossa consideração.

400:

  • Laurence Pithie — Tem 22 aninhos, mas é um “veterano” quando falamos da Cadel Evans. Tem como cartão de visita a vitória em 2024 e foi terceiro o ano passado, mas vai ter de mostrar mais pernas do que a semana passada na hora de subir Challambra Crescent.
  • Luke Lamperti — Desiludiu-me em 2025, mas parece decidido a recuperar as expectativas que tinha para ele. A mudança para a EF fez-lhe bem, por isso acredito que o veremos próximo do top-10.
  • Edoardo Zambanini — Dos que mais beneficiará do caos saído de um final endurecido. Vai vencer? Claro que não, mas pode ser diferenciador nas vossas equipas fantasy.
  • Mauro Schmid — Campeão em título… vai pagar o preço disso! Está em bom momento, mas perdeu o efeito surpresa que o levou a uma grande vitória em 2025.
  • Natnael Tesfatsion — Gosto deste elenco Movistar. Várias cartadas, mas aponto o eritreu para protagonista. Perfeito para ataques tardios e sprints em grupo reduzido. Não é por acaso que já foi segundo nesta Cadel Evans.
  • Sam Watson — Já tem uma vitória este ano, mas soube-me a pouco. Uma pick de odd 2.

200:

  • Brady Gilmore — Depois de ter brilhado na Grandíssima o destino estava traçado. Calma, estou a falar de resultados positivos na estrada. Duas vezes perto do pódio a semana passada e amanhã não espero menos.
  • Andrea Raccagni Noviero — Talento italiano. Rápido, agressivo e bom classicómano. O aparecimento do fenómeno Magnier deixa-o um pouco na sombra, mas tem aqui uma grande chance de brilhar.
  • Andreas Kron — Um clássico “8 ou 80”. Quando está bem é de nível top, quando não está, desaparece sem avisar. O top5 da GC do Tour Down Under vai-me fazer pagar para ver.
  • Simone Velasco — Ganhou bilhete para esta prestigiada lista mesmo na “última chamada” ao fechar na quinta posição em Stirling. Deve dar pontos.
  • Aaron Gate — Ano passado foi segundo, depois de vencer ao sprint Pithie e Lund. Só Schmid lhe escapou. E vem de dois top-5 no Down Under. Merece uma moedinha.
  • Tom Donnenwirth — Chamem-me maluco, mas tenho este rapaz na mira para acompanhar em 2026. Veremos se Challambra Crescent não será um fardo demasiado pesado.

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