Cycling Fantasy — Clasica de Almeria
Almeria dá-me pontos, Almeria dá-me cá.
Análise ao percurso: A Clásica de Almería vende-se todos os anos como sprint previsível. Dificuldades apenas no início do percurso seguidos de cem quilómetros planos, vento simpático, comboios bem compostos. Depois entram nos últimos três quilómetros e é acionado o botão da gestão de caos. As estradas afunilam, os ciclistas tocam-se, as rotundas sucedem-se. A última curva, ali a meio quilómetro da meta, é a chave. Daí até à linha é menos sobre watts e mais sobre nervos.

Shortlist falso plano
1000:
- Biniam Girmay — Quando o sprint vem depois de algum desgaste acumulado, o eritreu passa imediatamente para o lote dos favoritos. Se somarmos a isso a vitória conquistada logo na abertura da época em Valência, então Bini é mesmo obrigatório..
800:
- Arnaud De Lie — Que saudades tenho do Touro. Há um mês as notícias falavam de uma lesão no tornozelo, mas isso é coisa pouca para este rapaz. Vem de dois anos consecutivos a fazer quarto, portanto o objetivo é claro: regressar ao pódio, já alcançado com o 2.º lugar de 2023.
600:
- Emilien Jeannière — Está a dois ou três resultados de entrar num baú escuro onde mora o Dèmare, o Luke Plapp e a vela do meu batizado. Em Almeria terá a sua última hipótese de redenção.
- Dylan Groenewegen — Entrou na época a top, mas os dias mais recentes em Bessèges arrefeceram o entusiasmo. Ainda assim, tem um dos melhores comboios da prova - e isso, em Almería, pode valer meio sprint.
- Giovanni Lonardi — Terceiro na Valenciana este ano. Outros dois quintos lugares alcançados por Espanha. Não é o mais explosivo do lote, mas também raramente falha os lugares da frente. Em Almería, isso bastará para aparecer no top-5.
- Paul Penhoët — Primeira prova do ano para o francês. Não faço a mais pequena ideia do que esperar, mas um lugar nos dez da frente deve estar reservado para ele.
- Andrea Vendrame — Se houver sprint puro, sofre. Se houver caos, aparece. Ainda não competiu este ano, por isso é cada um por si na hora de o levar.
- Orluis Aular — Tal como eu, tenho a certeza que o venezuelano preferia que aquela dureza inicial estivesse 50km mais próxima da meta. Ainda assim é dos que não vira a cara à luta. Fechou top10 em 2025.
- Phil Bauhaus – Estive para me fazer de esquecido e não o colocar.
400:
- Milan Fretin — Ganhou aqui no ano passado. E divide com Girmay o favoritismo para amanhã. É 50/50. Não há muito mais a dizer quando a qualidade está lá.
- Fernando Gaviria — O sangue sul-americano adora o caos de Almeria, onde até já foi segundo. Este ano tem dado sinais intermitentes, por isso é sempre aquela pick que levas e depois passas 190 km nervoso.
- Pascal Ackermann — A questão é: que Ackermann teremos? Este ano já fez um pódio pelas arábias, mas uma coisa é sprintar em estradas largas e previsíveis, outra é guerra de nervos de Almería.
200:
- Iuri Leitão — Vem da pista, vem de títulos e vem com confiança. A questão é simples: vai sprintar ou vai lançar Gaviria? Aquela última curva antes da linha de meta faz-me ter um déjà vu de um dia de ouro do Iuri.
- Matteo Moschetti — Já venceu aqui em 2023. Parece estar em forma e em busca da primeira vitória do ano. Não será amanhã.
- Luca Mozzato — Não é sprinter puro, mas em dias stressantes cresce. Se o vento fizer das suas antes de Roquetas pode aproveitar.
- Marc Brustenga – Aquele joker maroto num final sempre imprevisível.
- Matevz Govekar & Marco Bruttomesso – Não é um acaso a Bahrain levar os dois miúdos. Já sabem que o suposto sprinter principal é um pino.
Código da liga falso plano: FALSOPLANO
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