Cycling Fantasy — Giro dell'Emilia
Um novo arco-íris e todo um mar de possibilidades. Itália é moda.
Análise ao percurso: São praticamente duzentos quilómetros entre Ferrara e Bolonha - San Luca, onde a primeira metade é plana e a segunda metade conta com duas ascenções até chegarem a bolonha onde entrarão num circuito de quatro voltas e consequentemente quatro passagens por San Luca (2.1km @ 9.4%) onde irá terminar a prova.

Shortlist falso plano
1200:
- Oscar Onley — Desde agosto que tem estado na sua melhor forma, segundo da geral na Volta a Burgos e sexto na Vuelta, tendo terminado como líder da juventude. Foi décimo terceiro nos mundiais, mas vem com um único objetivo, que é o de vencer.
1000:
- Tom Pidcock — É provavelmente o favorito à vitória e o percurso assenta muito bem nas suas características. Jogou mal nos mundiais, mas acredito que aqui a história seja diferente.
- Giulio Pellizzari — Tem conseguido muito bons resultados a correr em casa e só isso já (quase) faz valer a pena levá-lo. Quem os tiver, que o leve.
800:
- Brandon McNulty — É o atleta mais falado do momento. Rainbow jersey McBacon farmou aura até não poder mais. Com certeza, virá com tudo.
- Matteo Jorgenson — Depois de um Tour discreto, o americano tem-se mostrado competitivo desde que voltou a competir em setembro, no Canadá, e inclusive foi um dos pilares da vitória de McNulty nos mundiais.
- Michael Storer — Sétimo classificado em 2025 e depois fez pódio na Lombardia. Os dados estão lá; nesta altura do ano, fica competitivo.
- Ben Healy — Depois de um ano em que as coisas não correram nada bem para o irlandês no que toca a lesões, parece estar novamente a recuperar a sua forma e o top-10 nos mundiais foi um excelente sinal.
600:
- Davide Piganzoli — Embora o resultado nos mundiais (20º) tivesse ficado aquém das expectativas, o italiano está num ótimo momento de forma pós-Tour, com a vitória à geral no Tour de Luxembourg. Corre em casa e isso é sempre bom ter em conta quando forem escolher os vossos nove.
- Afonso Eulálio — O mesmo que Piganzoli, sendo que o Afonso desde o Giro que não tem tido grandes resultados à exceção do nono lugar no Grand Prix de Montréal. A 200 era uma coisa, a 600 é outra. (E eu levei-o nos mundiais...).
- Ben Tullet — Embora não compita desde a etapa onze da Vuelta, o britânico é sempre um nome a ter em conta nestas clássicas que terminam com súbidas curtas e explosivas.
- Tim Wellens — O jovem belga vem de fechar o pódio na CRO Race e já todos o conhecemos nestas provas de um dia. Se o deixam ir, depois só o apanham para lá da meta.
- Harold Tejada — O colombiano claramente não está na forma com que terminou a Vuelta com um surpreendente top-10, mas este tipo de percurso assenta-lhe bem e por isso é que estou para aqui a produzir caracteres.
400:
- Igor Arrieta— Corre para o campeão do mundo e só isso já deve servir de motivação extra para querer estar na sua melhor versão. Essa versão é scary.
- Jørgen Nordhagen — Está a ser uma época bastante interessante para este diamante em bruto que a Visma tem. Será que vai existir espaço para ele aqui? Não sei, mas tenho a certeza de que se o deixarem, ele vai tentar.
- Andrea Raccagni Noviero — Vai estar na coliderança com Landa e acredito que, a correr em casa, pode vir a ser um dos a não perder de vista.
- Simone Velasco — tem corrido em casa desde o início de setembro e, em termos de forma, parece estar a ficar interessante.
200:
- Jarno Widar — Depois da excelente Vuelta, acredito que ele é do tipo de ciclista que quer mais e, como tal, esta é uma excelente oportunidade para o belga se continuar a mostrar no pelotão de elite.
- Andrea Bagioli — Pensem nele como um free spin, se bater, bate muito, se não bater, é praticamente dado.
- Filippo Zana — Mais uma opção para a Soudal trazer pontos nesta prova. Uns copitos a mais e talvez entre no meu nove, se apanhar uma zana.
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