Cycling Fantasy — Giro d'Italia
A minha equipa parece ótima, extraordinária, invencível e genial até começar a prova. A vocês também vos acontece isto?
Análise ao percurso: ver Antevisão — Giro d'Italia.

Shortlist falso plano
1200:
- Jonas Vingegaard — Se não levarem é porque acham que vai cair. Se são desses, ok, eu compreendo, mas não respeito. Acho mal desejar-se azares a ciclistas, seus malandros.
- Jonathan Milan — É o maior favorito a chegar à Rosa no primeiro dia, e isso vale logo muitos pontos. Sobretudo se depois não largar mais a ciclamino. Se estiver ao seu nível vai compensar levar, até porque a GC parece decidida à partida e sobra mais budget para homens rápidos. Ainda assim, a concorrência é forte e basta Milan não estar a top para não valer os créditos gastos.
800:
- Giulio Pellizzari — Obrigatório. Principal favorito a melhor dos outros, único favorito à camisola da juventude.
- Felix Gall — Talvez o terceiro (ou segundo) melhor trepador em prova. Só não o levo porque acredito que vai pontuar a sério apenas na terceira semana e eu não quero esperar até lá. Sou muito impaciente, tenho conversado sobre isso com a minha psicóloga.
- Adam Yates — Bater em pinos conta? Só para saber se considero a vitória no Gran Camiño como uma demonstração de boa forma. Em teoria é o líder da equipa (o que quer que seja que isso queira dizer na UAE) e deve ter aqui a última oportunidade de lutar por uma vitória numa grande volta na carreira. Se for para levar um 800 GC, este deve ser o meu homem.
- Thymen Arensman — Tudo faz sentido. Percurso com a dureza muito concentrada no seu final, para ele ir chegando à forma. Um contrarrelógio de 40 quilómetros planos onde ele esmagará a concorrência pelo pódio. Mas é Arensman, e sendo Arensman, eu tenho sempre medo. Não vou levar, mas acho uma escolha perfeitamente aceitável.
- Paul Magnier — A forma deixa dúvidas, mas caso não levem Milan eu acho que pode haver espaço para o francês que chega aqui com fome de vingança, depois do flop no Giro passado. Pode ser a afirmação dele enquanto grande sprinter mundial, mas eu não estou a sentir isso tudo, por muito que goste dele.
- Tobias Lund Andresen — A única coisa que me preocupa neste rapaz é estar em forma desde Janeiro, deixando algumas dúvidas sobre se aguentará todas as três semanas a andar bem. Não é o mais rápido, é verdade, mas tem uma capacidade de passar dificuldades que não é comum entre os seus adversários. Isso pode fazer com que por vezes seja o sprinter mais rápido entre os sobreviventes, e pode fazer também com que se intrometa na luta pela ciclamino. Devo levar, mas tenho um bocadinho de medo.
- Santiago Buitrago — É a minha fezada para este Giro. Eu sinto que 6000 créditos é crédito a mais para esta startlist, então sobra budget para fazer assim uma loucura. Diz que vem para a GC, mas mesmo que a venha a perder, é ótimo a colocar-se em fugas e a disputar etapas. Se se mantiver na GC, será sempre dos que tem mais kick e isso pode vir a dar muitos pontos. Dada a irregularidade da maior parte dos candidatos, está aqui uma ótima oportunidade para o Boi fazer o seu melhor resultado de sempre em grandes voltas.
600:
- Egan Bernal — Para mim, obrigatório. Vem em forma, é mais barato que os rivais e está a sprintar bem, o que pode valer muitos pontos em grupos pequenos. Além disso, é Bernal. Quem não gosta de ter um Bernal na sua equipa?
- Dylan Groenewegen — Com Magnier e Milan se forma o trio de homens mais rápidos desta prova. E Gro é mais barato, logo mais apelativo. Eu estou com algum receio de ele, ao contrário dos rivais, não ter feito uma tão intensa preparação para o Giro e poder sair prejudicado daí. Além disso, é daqueles que qualquer inclinação na estrada o faz entrar no grupetto, o que reduz as suas possibilidades de pontuar, mas os Rockets vêm cheios de vontade de ganhar uma etapa e é o neerlandês a sua carta mais forte a ser jogada.
- Cristian Scaroni — Eu acho que vão existir muitas fugas a vingar, muitas mesmo. Vingegaard resolve o Giro no combo Blockaus+ITT e depois gere até ao fim da corrida. Os restantes GC não têm grandes CV's, pelo que se vão dar como satisfeitos. E isso é terreno para fugas. E fugas são o terreno para Scaroni. Bom trepador, bom puncheur, ótima ponta final. Acho mesmo um nome a levar muito em conta.
- Jan Christen — É aquilo do Scaroni só que agora em Suiço e com o rádio desligado.
- Jai Hindley — Se não existisse Pelli, eu levava na certa. Assim, ainda estou na dúvida. Mas o australiano adora o Giro, tem estado bem nas grandes voltas e não vai deitar a sua GC fora para ajudar o italiano. Hindley no Giro é qualquer coisa, ainda não decidi.
400:
- Davide Piganzoli — Se Ving se passear como eu espero, este pode ser um Giro de afirmação para Piganzoli. Deverá pontuar com a juventude e pode render um top-10 na GC final. Eventualmente uma fuga se Ving se sentir mesmo generoso.
- Damiano Caruso — O Giro sempre foi a sua praia e este ano vai dar o último mergulho. Seja pela GC, seja pelas fugas, toda a gente dará conta da sua presença e quererá deixar a sua marca na prova. Só não levo porque já não tenho espaço.
- Javier Romo — Voou no País Basco e deixou-me água na boca para este Giro. Hipótese muito interessante que vai andar muitas vezes em fuga a tentar a sua sorte. E a minha aposta é que esta lhe vai bater à porta.
- Filippo Zana — Semelhante a Romo. Com menos pernas mas mais experiência na prova.
200:
- Mathys Rondel — Bela época para o francês. A 200 é difícil deixar de fora.
- António Morgado — Morgadão apresenta-se aqui como um espirito livre, espero eu. No podcast de antevisão disse que o meu hot take era ele ganhar a etapa 2 e vestir a Rosa. Subscrevo o que eu próprio disse. Anda Morgadão.
- Alessandro Pinarello — Um protegido falso plano que chega aqui na forma da sua vida. Espero que não se meta com ideias de GC e que se mande para todas as fugas da prova até a glória chegar.
- Andrea Raccagni Noviero — Jovem italiano interessante. Boa ponta final e bom punch, acho que pode brilhar neste Giro onde a Wolfpack não lhe colocará quaisquer amarras.
- Afonso Eulálio — O trepador português mostrou-se ao mundo na edição transata desta prova, mas a vitória não lhe sorriu. Quero acreditar que será desta.
- Andreas Leknessund — Em 1000 fugas, uma pode bater. É também o tipo de ciclista que pode tentar andar com a camisola da montanha durante as semanas iniciais.
- Chris Harper — Chega em boa forma e já sabe o que é ganhar fugas de montanha no Giro, como provou o ano passado na etapa rainha. Se existirem tantas fugas a vingar como eu acho, tem tudo para marcar muitos pontos.
- Simone Gualdi — Jovem da Lotto estreia-se em grandes voltas com muita ambição. Eu tenho muita confiança nele, não sei se para já mas certamente para o futuro.
- Nikita Tsvetkov — Palavras para quê?
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