Cycling Fantasy — Omloop Nieuwsblad
Isto é van der Poel contra 50 outsiders. Moeda ao ar e escolham 8.
Análise ao percurso: ver Antevisão — Omloop Nieuwsblad.

Shortlist falso plano
1000:
- Mathieu van der Poel — A Omloop é um parque de diversões para o octa-campeão mundial de CX, triplo vencedor da Volta à Flandres e da Paris-Roubaix. Estão a ver a história do miúdo que é dono da bola e o jogo acaba quando ele vai embora? Pronto, é mais ou menos a mesma coisa!
- Thomas Pidcock — O lingrinhas e o pavê não têm uma grande relação, mas parece feito à medida para isto: explosivo, técnico e agressivo. Já provou estar em boa forma, mas daí a compensar o investimento…
- Jasper Philipsen — O homem mais sortudo em prova. Tal como todos os outros sabe o que MvdP vai fazer, só que ele não tem de mexer uma palha. É só deixar que o levem numa cadeirinha dourada para um possível final ao sprint... que eu não acredito.
- Biniam Girmay — Está de volta o "bom velho" Bini. Leva duas vitórias este ano e já provou que sabe pedalar nas clássicas do Norte, tendo vencido a Gent-Wevelgem em 2022.
800:
- Arnaud De Lie — Bastou um 2025 quase desastroso para apagar da nossa memória o quanto este rapaz já nos impressionou. Mas sabiam que nas últimas duas edições foi o segundo ciclista mais escolhido do Cycling Fantasy para a Omloop? Tudo dito. Potência bruta para passar os bergs flandrianos.
- Søren Wærenskjold — Foi o vencedor da época passada. E isso chega para calar os mais céticos.
- Paul Magnier — Era o grande favorito… até quarta-feira. O novo Boonen está intratável e o que mais assusta é que vem armado até aos dentes com uma Wolfpack 2.0. A app agora oculta as percentagens, mas aposto um mindinho que será escolha de mais de 90% dos users.
600:
- Matthew Brennan — A grande esperança desta Visma órfã (mais uma vez) de Wout van Aert. Se aguentar as granadas de MvdP será um dos mais capazes para colocar em causa uma vitória anunciada. Já nos esquecemos que é um rookie, mas por este preço podem ir all-in.
- Mathias Vacek — Dizem que é a escolha da Lidl-Trek para ocupar o papel que seria do capitão Mads Pedersen. Blasfémias que serão castigadas pelos deuses do ciclismo.
- Tim Wellens — A forma como venceu em Jaén com um solo de 50km colocou-o imediatamente no radar de todos. É um dos principais outsiders desta Omloop e um dos principais beneficiados de uma estrada dinamitada pelo senhor Poel.
- Jonas Abrahamsen — Diesel puro. É certinho que quando se iniciarem os ataques no Muur já o Iceman está na fuga há 30km. Provavelmente a melhor cartada da Uno-X para uma corrida muito partida.
- Jordi Meeus — Como outros, é tudo uma questão de sobrevivência aos ataques mais duros. E isso explica muito o historial deste jovem por estas bandas.
- Tobias Lund Andresen — A última esperança da Decathlon. Com Benoot e Kooij no estaleiro, saiu na rifa ao dinamarquês salvar a honra do convento. Se acreditarem num final ao sprint lembrem-se que este jovem já leva cinco pódios este ano, dos quais dois no lugar mais alto.
400:
- Christophe Laporte — Um dos que melhor entende este tipo de clássica. Sabe onde estar, quando mexer e como finalizar. A questão é: por este valor não faltam outras trutas para nos aliciar.
- Ben Turner — Apontem, será a estrela da INEOS pra esta época de clássicas. A forma como subiu colinas na Valenciana deixou água na boca para o que aí vem. Candidato a ocupar o lugar no top-5.
- Lukáš Kubiš — Há um ano ninguém sabia o seu nome. Hoje, é o principal homem dos Rockets. Um classicomano puro que está como peixe na água neste tipo de percursos. Aponto ao top-10.
- Laurence Pithie — Hot take número 1. Um dos que melhor se dá neste tipo de clássicas. Ataca, não tem medo de arriscar cedo e muito forte ao sprint. Mas é mais um que sofre com a imensidão de opções por este preço.
- Matteo Trentin — O senhor Experiência. Talvez já não tenha a explosão de outros tempos, mas sabe exatamente onde e quando arriscar. E isso continua a valer pontos fantasy.
- Sam Watson — Foi top-5 na edição passada. Entrou este ano a vencer o prólogo no Tour Down Under, onde juntou mais dois top-10. Estão as apresentações feitas.
200:
- Albert Withen Philipsen — Hot-take número 2. Prodígio dos pés à cabeça. Ainda nem sei bem qual o perfil de corrida se adequa mais ao miúdo, mas tenho um feeling que amanhã o vamos encontrar num lugar de destaque.
- Florian Vermeersch — Está tudo a olhar para Wellens na UAE e este rapaz amanhã está no pódio. E em Roubaix repete o feito, fica já escrito.
- Riley Sheehan — Nome menos óbvio, mas bem interessante para entrar na batalha tática quando a prova se partir.
- Gianni Vermeersch — Experiência de clássicas, leitura tática e um grande motor. Falta perceber se terá no bloco de clássicas da Red Bull as oportunidades que não tinha na Alpecin.
- Dylan van Baarle — Mea culpa. Já andava a fazer o funeral do Van Baarle no que diz respeito a resultados individuais, mas a forma como subiu o Malhão demonstrou que ainda vai dar muito bailinho à rapaziada do pelotão. Ahh, e já venceu a Omloop.
- Nils Politt — Quando uma equipa não pode vencer pela força tem de vencer pelos números. Neste cenário, Politt é mais um nome para baralhar a concorrência e tentar repetir o feito de 2024, quando foi segundo.
- Matyáš Kopecký — Sou fã dos Rockets. E sou fã de Kopeckys. Não preciso de mais argumentos.
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