Cycling Fantasy — Paris-Nice
Não há João? Quem disse? João Ayuso vs João Vingegaard.
Análise ao percurso: ver Antevisão — Paris-Nice.

Shortlist falso plano
1200:
- Jonas Vingegaard — "Isto aqui não é o Tour". Ainda assim, é difícil deixar de fora.
- Juan Ayuso — Obrigatório. Depois da Algarvia que fez e na forma em que se apresentou é claramente favorito a vencer.
1000:
- Biniam Girmay — Tendo em conta a startlist e o início de época que está a ter não é de todo descabido inseri-lo na equipa. Até porque se ganhar a primeira etapa pode envergar a camisola de líder e sabemos quão valioso isso é no que a pontos diz respeito.
- Kévin Vauquelin — Este primeiro Ineos esteve na Volta ao Algarve e terminou em quinto.
- Carlos Rodríguez — Este segundo Ineos esteve na Provence e perdeu para Riccitello.
Nota: Ambos os Ineos contam para a juventude. Eu não acho que valha a pena levar nenhum, tendo em conta o preço. Mas se na loucura quiserem apostar que um dos favoritos flopa, pode estar aqui o ouro.
800:
- Lenny Martinez — Outro que para mim é obrigatório. Também conta para a juventude e nas três clássicas que esteve até agora este ano, o pior lugar que fez foi quinto. O problema pode ser o TTT, mas acho que vale a pena.
600:
- Iván Romeo — O jovem da Movistar vem de vencer na Andaluzia e o perfil de algumas etapas aqui assemelham-se aos das terras Andaluzas. É uma excelente opção para a geral e não me admirava vê-lo a disputar alguma etapa com os dois favoritos.
- Orluis Aular — Início de época aquém do que se podia esperar, mas com um perfil de ciclista idêntico ao de Girmay tem aqui etapas onde pode ser feliz.
- Harold Tejada — Subiu muito bem no UAE Tour, mas é daqueles ciclistas que acho que a carreira dele se resume assim: "depende do dia".
- Phil Bauhaus — O primeiro puro sprinter desta shortlist. Gosto de dar opções para todos os gostos.
400:
- Luke Lamperti — Os dois top-10 nas primeiras clássicas belgas valem-lhe um lugar aqui. Ao valor que está e tendo em conta o facto de não ser horrível quando o terreno empina um pouco faz dele uma opção bastante viável para esta prova.
- Laurence Pithie — Ao estilo de Lamperti, parece-me uma excelente hipótese para o tipo de sprints que podem existir aqui.
- Milan Fretin — Outro puro sprinter. Já perdeu este ano para Girmay.
- Davide Piganzoli — O italiano está a ter um belo início de época na nova equipa. Afinal o síndrome Visma ainda está vivo.
- Anthony Turgis — Oitavo na Omloop e vai ser o sprinter da Total Energies.
- Samuel Watson — Venceu o prólogo no Tour Down Under, mas depois desiludiu nos sprints. Ou então nunca vai passar disto.
- Pascal Ackermann — Outro puro sprinter.
200:
- Georg Steinhauser — Início de época a meio gás, mas vai ser a carta da EF para a geral.
- Ewen Costiou — Até agora só correu em casa e vai continuar a fazê-lo, e não se tem dado mal. Entrou na época a vencer na Etoile de Bèsseges.
- Cees Bol — Nome obrigatório para os sprints. Vai estar garantidamente na minha equipa.
- Rick Pluimers — Um classicómano sprinter.
- Jakob Söderqvist — Uma bela hipótese para dar pontos no TTT. Pode ser líder nesse dia e, quiçá, ainda pode sprintar noutro.
- Mathys Rondel — A 2oo fez o que lhe competia no UAE Tour. Sou bem capaz de o levar novamente.
- Igor Arrieta — Será demasiado dizer que é o UAE em melhor forma presente nesta startlist?
- Ivo Oliveira — Ainda não conseguiu mostrar o seu valor este ano, mas acredito que será a carta lançada pela UAE no que aos sprints diz respeito.
- Raúl García Pierna — Na sombra de Romeo venceu uma etapa na Comunidade Valenciana. Pode acontecer novamente? Pode. É difícil? É, mas pode acontecer.
- Andreas Leknessund — Segundo na Andaluzia e não sei se já disse. Se já disse, digo de novo. Existem etapas aqui com um perfil parecido.
- Mattéo Vercher — Tem vindo de menos a mais neste início de época, até o seu último resultado ser nono no Trofeo Laigueglia. Dizem, eu não vi nada.
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