Cycling Fantasy — Paris - Roubaix

Vai ser mais um duelo daqueles, desta vez no Inferno do Norte.

Cycling Fantasy — Paris - Roubaix
Cycling Fantasy

Análise ao percurso: ver Antevisão — Paris - Roubaix.

Os dois monstros vão voltar a pedalar no Velodrome. (foto: E. Garnier/L'Équipe)

Shortlist falso plano

1200:

  • Tadej Pogačar — O meu atleta favorito, a minha corrida favorita. Pode tornar-se o campeão em título dos cinco Monumentos e só um azar pode droppar o meu menino de ouro. Mas não vai ser fácil bater MvdP no Arenberg ou no Velódromo. Vai ser mais um duelo daqueles, desta vez no Inferno do Norte.
  • Mads Pedersen — Mais uma época de chasing cobbles, mas a contagem de Monumentos continua redonda. O craque dinamarquês continua a apresentar grandes resultados (top-5 na MSR e na RVV) apesar dos azares neste início de temporada — vamos ver se o pulso aguenta com a turbulência do Arenberg. A par de Sanremo, Roubaix é o Monumento que lhe assenta melhor. Se chegar na frente ao Velodrome, é favorito.

1000:

  • Mathieu van der Poel — Tri-campeão em título, está a uma vitória de igualar os recordistas Roger De Vlaeminck e Tom Boonen com quatro triunfos. O neerlandês é intocável aqui, conhece estes setores como ninguém e tem a sorte de nunca ter quedas ou furos. É aquela sorte que dá muito trabalho. A escassez de bergs como o Kwaremont ou o Paterberg tornam a missão de Pogačar muito difícil.
  • Jasper Philipsen — O plano B da Alpecin. Muito sólido nesta temporada de clássicas, não está ao seu melhor nível no sprint mas tem passado as dificuldades com uma facilidade nunca antes vista. Em 2024 bateu Pedersen na luta pelo 2.º lugar, enquanto celebrava o triunfo do colega de equipa.
  • Wout van Aert — Os resultados comprovam que a estrela belga está cada vez mais brilhante: subiu ao pódio em Sanremo, perdeu em Waregen por muito pouco e foi quarto em Oudenaard, atrás dos comilões. Com apenas um Monumento no currículo (MSR 2020), está cada vez mais a tornar-se um ciclista de culto. Palavras do Henrique Augusto na crónica da Volta a Flandres: "Canta-se pelo Wout, usam-se máscaras do Wout, recorda-se o Wout e, quase a fazer lembrar os tugas, acredita-se que este ano é que é. Apesar de ser óbvio que não seria, a beleza por vezes reside exatamente aí, na crença pelo impossível.”

800:

  • Arnaud De Lie — Na teoria é uma corrida que lhe assenta muito bem, na prática, é um ciclista ainda muito inconstante. Pagarem 800 por isto é da vossa responsabilidade. Vocês é que sabem. Mas se correr bem podem dizer que viram na shortlist falso plano.

600:

  • Jordi Meeus — É um dos sprinters mais resistentes. Forte candidato ao top-3 no sprint do pelotão.
  • Filippo Ganna — O Branco diz ser obrigatório e eu concordo. A 600, quem viu a Através da Flandres não consegue deixá-lo de fora aqui.
  • Søren Wærenskjold — Especialista em condições adversas, o wannabe Kristoff ainda não picou o ponto em 2026 mas já deu um ar da sua graça na Através da Flandres (3.º).
  • Jonas Abrahamsen — O Arado de Grenland gosta de lavrar na frente da corrida em alta cadência. Nesta corrida por eliminação, se nenhuma pedra encravar a charrua, vai dar muitos pontos.

400:

  • Stefan Bissegger — É um daqueles roladores que num dia bom e sem azares, pode fechar no top-10. Tal como na última edição.
  • Tibor Del Grosso — O craque do CX é o plano C da Alpecin.
  • Alec Segaert — Uma das surpresas (ou afirmações) desta temporada de clássicas.
  • Jasper Stuyven — É raposa velha nestas andanças, mas agora ao serviço da Quick Step é um lobo rejuvenescido. 7.º em Sanremo, 6.º em Oudenaarde. Será 5.º em Roubaix?
  • Madis Mihkels — Tarda em explodir, mas acredito que vai ser o melhor EF aqui e fechar novamente no top-15.
  • Christophe Laporte — Super consistente nesta primavera e sabe o que é fazer top-10 nesta corrida diabólica. Considero o melhor EV deste segmento, a par do Chocolateiro da Flandres.
  • Laurence Pithie — Mais uma excelente opção dentro da Red Bull, que tem animado as clássicas com Meeus, Van Dijke e Vermeersch.
  • António Morgado — Vai para a fuga e logo se vê.

200:

  • Daan Hoole — Recomendação com o selo de qualidade Nunapps.
  • Matej Mohorič — Nível altíssimo na Ronde.
  • Jonas Rutsch — Igual ao Bissegger, mas mais barato.
  • Tim van Dijke — Belíssima temporada de clássicas. Já merece um top-10.
  • Gianni Vermeersch — Este Red Bull já fez top-10 na Strade, na E2 e na Ronde.
  • Florian Vermeersch — Até se fosse 600 eu levava. Tem tido prestações incríveis e esta é que é a sua corrida de eleição. Joker para o top-5.
  • John Degenkolb — Os anos passam, mas as rotinas não mudam: férias na Figueira e bons desempenhos em Roubaix.
  • Niklas Larsen — Fezada.
  • Per Strand Hagenes — Temos classicómano.

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