Cycling Fantasy — Région Pays de la Loire Tour
Mais uma corrida Pro, mais uns bitaites do falso plano.
Análise ao percurso: Esta corrida que este ano subiu à categoria Pro termina em terra tradicional de carros, Le Mans, e divide-se em duas metades.
As duas primeiras etapas são para os homens rápidos e a terceira e quarta contam com um total de quatro primeiras categorias, duas em cada uma da etapas. Subidas curtas, mas com alguma dureza. Tendo em conta o plantel aqui presente, um ou outro puncheur pode vingar, mas os homens rápidos que passam bem algumas dificuldades parecem ser os maiores candidatos à vitória.

Shortlist falso plano
600:
- Paul Penhoët — O melhor lugar que conseguiu este ano foi um sexto e foi numa corrida de um dia. É verdade que aqui vai competir com ciclistas mais do seu nível, ainda assim tenho duvidas se irá render o suficiente.
- Corbin Strong — Para mim, o maior candidato a vencer aqui. Teve um início de época meio apagado, mas no primeiro monumento do ano fechou no quinto lugar.
- Ethan Vernon — Outro ciclista da NSN, mas eu aposto que vale a pena levar os dois. Claramente, um dos favoritos a vencer nos dois primeiros dias e a outra metade da prova não é assim tão dura também. Apresentou boa forma na Catalunha ao conseguir uma vitória ao sprint.
- Bryan Coquard — Não tem estado incrível em provas por etapas, mas em território francês nas provas de um dia fez sempre top-10. Tendo em conta o vasto orçamento, pode valer a pena arriscar.
400:
- Erlend Blikra — Em fevereiro esteve em boa forma, mas desde aí não mais se viu a brilhar.
- Alexandre Delettre — Acredito que será o líder da TotalEnergies e deu boas indicações nas duas últimas clássicas francesas que participou. Pode aparecer aqui para lutar pela vitória, tal como fez no ano passado.
- Clément Venturini — Primeira prova por etapas que participa este ano. São trinta e duas balas e já uma vitória por terras francesas. Não é descabido colocá-lo na equipa.
- Quinten Hermans — Um dos ciclistas pelo qual tenho um apreço especial tem andado apagado. Não sei é coisas do coração, mas acho que pode disputar a classificação geral.
- Enrico Zanoncello — Possível top-10 nas duas primeiras etapas.
200:
- Noah Hobbs — Depois de uma Volta à Catalunha muito interessante é outro daqueles que pode perfeitamente lutar pela vitória. E tem o bónus de contar para a juventude. Difícil é não levar.
- Ewen Costiou — Só tem corrido em França neste ano de 2026 e até venceu uma das duas provas por etapas em que participou, Etoile de Bessèges. Aquela que está ao seu nível. Esta também está, como foi exemplo em 2025. Veremos como se comporta.
- Pierre Gautherat — Venceu há dias uma prova com um nome de um queijo. Será que se vai esquecer da tentar vencer aqui?
- Noa Isidore — Dois top-10 na Catalunha, quando empinou deu DNF. Aqui não empina muito e conta para a juventude. Com a Decathlon on fire é uma hipótese muito forte a colocar em cima da mesa.
- Stian Fredheim — Gosto deste ciclista, nem sei bem porquê. Mas este perfil de prova adequa-se a ele e sem um líder vincado aqui presente pode mostrar o que vale.
- Lander Loockx — Como a Unibet está na moda, deixo aqui outro ciclista que pode dar pontos, principalmente na segunda metade da prova. Fez sexto à geral em 2025.
- Manuel Peñalver — Vai lutar pelo top-10 nas duas primeiras etapas.
- Jason Tesson — Com Delettre na equipa é possível que seja ele a escolha para sprintar nas duas primeiras etapas.
- Xabier Berasategi — Um trepador da Euskadi.
- Benjamin Thomas ou Valentin Ferron — Se Coquard flopar na segunda metade da prova, um deles será o líder da Cofidis. Eu aposto em Benjamin, mas também pode ser Valentin.
- Tom Donnenwirth — Vem de fazer quarto lugar na Paris - Camembert. Um acaso ou um pico do forma?
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