Cycling Fantasy — Strade Bianche

No fundo todos temos o sonho recalcado de ver o teenager a bater o pé ao GOAT. Mas não passa disso, um sonho.

Cycling Fantasy — Strade Bianche
Cycling Fantasy

Análise ao percurso: ver Antevisão — Strade Bianche.

Rouba-nos grandes corridas, dá-nos grandes fotos. (foto: FanPage.it)

Shortlist falso plano

1200:

  • Tadej Pogačar — Não me lembro de nada criativo para escrever. É seguir para a lista dos candidatos aos 2º lugar.
  • Isaac del Toro — Este rapaz está mais inflacionado que uma garrafa de azeite. É um prodígio, mas numa clássica sempre imprevisível, pagar 1200 pelo número 2 da UAE é de loucos… ou de génio!
  • Matteo Jorgenson — O primeiro dos norte-americanos desta lista que vai terminar dentro do top-10. Mudou radicalmente o calendário da primavera, mas parece estar pronto para a guerra. Pode não ter aquela explosão para encarar a Via Santa Caterina, mas como não a vai disputar com Pogacar…

1000:

  • Wout van Aert — Há ciclistas em que se tornou fácil “bater”. Wout até nisso se tornou uma referência. Fui o primeiro dessa lista (atenção, ele foi o culpado). Mas também sou o primeiro a desejar vê-lo em modo fénix renascida. E vai ser amanhã!
  • Tom Pidcock — Na poeirada das estradas brancas está no seu habitat natural. Venceu em 2023 e não quis vencer em 2025. Provavelmente não volta a ter oportunidade igual. Ainda assim vai dar uma tareia em vários candidatos com mais hype.

800:

  • Ben Healy — Não se deixem enganar com os resultados recentes. Todos os anos anda a aquecer as pernas para dar show em Itália. Já vimos o filme. Ataca de longe, desfaz o pseudo-grupo perseguidor de Poga, e quem quiser que venha atrás lutar por um espaço nos 5 primeiros.
  • Romain Grégoire — Chega a Itália a top depois de brilhar por terras francesas. Agressivo e fã de finais explosivos parece feito para o perfil da Strade Bianche. Aquele sterrato é que não o tem ajudado nada.
  • Giulio Pellizzari — Sou fã. Admito já. Só não sei com o que contar, quando me parece tão desajustado ao que a prova exige. Mas os grandes campeões surpreendem sempre.
  • Julian Alaphilippe — Está aqui Henrique Augusto. É todo teu, sr. Moderador.

600:

  • Jan Christen —  Menino para durante a noite ir sabotar o ar-condicionado de Poga e Del Toro. Se esses adoecerem Christen terá a sua oportunidade.
  • Lennert Van Eetvelt — Ninguém sabe o que esperar dele. Nem ele próprio. Conforme acordar de manhã decidirá se vai para top10 ou top50.
  • Andrea Vendrame — Está na melhor forma da sua vida. Mas este preço, senhores da app
  • Pello Bilbao — Fui alertado que estava na startlist. Pensei que já lhe tinham tirado a carta de bike. Quatro top10 nas últimas 4 edições. Se este ano repetir o feito deviam renovar contrato com o homem por mais 3 anos.

400:

  • Quinten Hermans – Vem do ciclocrosse, portanto pó, curvas técnicas e estradas menos civilizadas não o assustam. E já admitiu que não ficará refém da liderança de Pidcock.
  • Quinn Simmons – Quando olharem para a classificação final, o primeiro americano que vão ver será o Capitão América com ar de Thor. E não, não me esqueci que Torito é americano.
  • Matej Mohorič – Tal como a restante Bahrain, entrou bem na época. Várias classificações entre os primeiros, com destaque para o 8º lugar na mini-Strade Bianche, em Jaen. Estou a gostar de ver o bom “velho” Mohoric.
  • Roger Adrià – Experimentou uma vez o sterrato e gostou tanto que vai tentar melhorar a super prestação de 2025.

200:

  • Paul Seixas – No fundo todos temos o sonho recalcado de ver o teenager a bater o pé ao GOAT. Mas não passa disso, um sonho. E acreditem, quando acordarem vai doer. Seja como for, escolha 100% óbvia.
  • Filippo Zana - Escalador consistente que pode beneficiar se a corrida se transformar numa guerra de resistência. Não é o mais explosivo, mas quando a corrida passa das cinco horas começa a ficar confortável.
  • Florian Vermeersch – Calma, desta vez não vou dizer que faz pódio. Esta locomotiva vai trabalhar como um louco até colocar Pogacar e Toro a 80km da meta. Então porque o estou a citar? Porque é campeão do mundo de gravel e ainda acaba no top15.
  • Albert Withen Philipsen — É um miúdo, mas flopou como gente grande na Omloop. Deu uma data de desculpas que vou fingir que me acredito. Até porque Omloop e Strade Bianche tem tudo a ver.
  • Gianni Vermeersch — O irmão do Florian também já foi campeão do mundo de gravel, sabiam? Corria o ano de 2021 e atrás dele ficaram senhores como MvdP, Greg Avermaet, Stybar, Sagan e outras lendas… Agora tornou-se adulto e anda a levar toda a gente ao colo na Red Bull. Merece ser feliz amanhã.
  • Andreas Kron — Não sei se é o efeito Lotto por onde lá passou, mas o texto do Eetvelt funciona muito bem com o Kron. Vão lá ver.
  • Emiel Verstrynge — Primeira vez que faço uma antevisão de CX. Ahh, esperem…

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