Cycling Fantasy — Trofeo Alfredo Binda - Comune di Cittiglio
Primeiro monumento do ano ouço vos(es) na minha cabeça a dizer que ganha a Cat Ferguson.
Análise ao percurso: ver Antevisão — Trofeo Alfredo Binda - Comune di Cittiglio.

Shortlist falso plano
1200:
- Marianne Vos — Das velocistas foi a que melhor esteve na Strade Bianche. Parte como a principal favorita a ganhar esta corrida pela quinta vez.
- Elisa Longo Borghini — Depois de mais uma boa prestação na Strade Bianche, a campeã italiana vem de ganhar isolada o Trofeo Oro in Euro. Para ganhar esta corrida terá de ser igualmente a solo tal como fez em 2021 e 2013 ou na companhia de Niewiadoma. Com as pernas que está é um cenário bem possível.
- Lotte Kopecky — A maior desilusão deste arranque de temporada, Kopecky não está com pernas para subir, porém, as colinas aqui são mais ligeiras que as que tivemos na Strade. A SD traz uma equipa forte capaz de controlar a corrida e se o seu sprint se mantiver como no passado é uma fortíssima candidata a ganhar.
1000:
- Katarzyna Niewiadoma — O Poulidor feminino está em grande forma e até já conseguiu ganhar esta corrida em 2018 isolada. Para vencer novamente tem de ser da mesma maneira, ainda assim é uma ciclista que pontua sempre entre as primeiras.
- Puck Pieterse — Teve uma temporada de ciclocrosse igual ao meu molho preferido dos restaurantes chineses, agridoce. No entanto, começou com o pedal direito na estrada, sendo quinta na Strade e das ciclistas mais ativas. É das poucas que pode seguir um ataque de Borghini ou Niewiadoma ecaso se entendam Pieterse tem mais ponta final.
800:
- Mischa Bredewold — É quando não damos nada por ela que vence. Costuma surpreender em corridas deste perfil e se Kopecky estiver tão mal que nem estas colinas aguenta, a opção dentro da SD passará por Bredewold.
- Shirin Van Anrooij — Sem Balsamo vamos ver uma Lidl a atacar muitas vezes, os ataques mais perigosos vão surgir desta ciclista ex vencedora em 2023.
- Noemi Rüegg — Sólida candidata a top 10, sprinta bem, sobe bem, desce bem é um canivete suíço.
- Karlijn Swinkels - Caso tenhamos chegada em sprint do pelotão, a UAE vai se focar em ajudar Swinkels a obter o melhor resultado possível, existe também na equipa Eleonora Gasparrini, mas o histórico aponta que optem por Swinkels.
600:
- Cat Ferguson — A jovem prodígio brtiânica é apontada como sucessora de Marianne Vos, certamente quererá corresponder às expetativas e bater entre outras, a Rainha num sprint. Quer ela, quer Vos parecem-me as mais fortes candidatas a ganhar caso a vitória se dê em sprint do grupo principal.
- Ally Wollaston — Num dia é das sprinters que sobe melhor, noutro é igual a Nienke Veenhoven. Ainda algo errática Wollaston é 8 ou 80, para já tem sido sempre 80, ao ter feito um arranque de época fantástico.
- Monica Trinca Colonel — Uma ciclista bastante curiosa, faz-me lembrar Ivan Basso, pois não tem mudanças de ritmo, mas em pequenos grupos até não sprinta mal.
- Blanka Vas — Em teoria é a terceira opção da SD Worx, mas como sabemos na SD hierarquia é um conceito cinzento e já foi segunda o ano passado, por que não brilhar novamente?
- Letizia Paternoster — Quinta o ano passado, Paternoster tem tudo para repetir um top 5, pois está a subir até melhor que no ano passado.
400:
- Letizia Borghesi — Uma das agradáveis surpresas deste arranque de época Borghesi apesar do seu mau histórico, está com pernas suficientes para fazer um top 10 nesta corrida.
- Georgi Pfeiffer — Tramou-me o ano passado devido a um sprint irregular foi relegada para última do grupo, ainda assim ainda me deu pontos. No entanto, estranhei a sua ausência no fim de semana de abertura na Bélgica, esperemos que tenha sido apenas uma decisão tática.
200:
- Celia Gery — Deu nas vistas no ano passado não só pela sua combatividade como capacidade de obter bons resultados em quase todo o tipo de terrenos. Adequa-se perfeitamente a esta corrida e se tiver liberdade é das poucas de 200 que se pode meter entre as mais caras.
- Lauren Dickson — Tem feito um bom arranque de temporada, é mais outra ciclista bastante ofensiva. Tal como Gery o seu lugar na final vai depender de como estiver Wollaston, pois poderá ver-se obrigada a trabalhar para a australiana tal como fez na Cadel Evans. Mesmo assim de 200 é dos melhores nomes.
- Isabella Holmgren — Pura trepadora, a campeã do Avenir sub 23 não terá grandes hipóteses num sprint, por isso vamos vê-la a atacar várias vezes antes do terreno plano para a meta. É das poucas que pode fazer sofrer as velocistas aqui presentes.
- Viktoria Chladonová — Tem Marianne Vos na equipa, mas sabemos que o ciclismo feminino é sempre um bocado caótico. Com liberdade pode meter-se num grupo de atacantes que podem disputar a vitória.
- Rosita Reijnhout — Mesmo cenário que a Chladonová, contudo sobe pior, ainda assim dado a miséria de 200 que aqui temos é das melhores opções.
- Nadia Quagliotto — Uma sprinter punchour barata para fazer um top 15 tal como fez a época passada.
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