Cycling Fantasy — Volta Comunitat Valenciana
A estreia de João Almeida em 2026.
Antes de fazeres a tua equipa, temos uma coisa para te dizer.
Em 2024, a comunidade valenciana foi afetada por cheias devastadoras. Foi uma situação inesperada, extrema, mas que mudou a vida de toda a região. Demorou muito tempo até tudo voltar à normalidade. Mas se hoje esta prova de ciclismo acontece sem problemas e o Almeida pode limpar o Remco em mais uma corrida, é porque houve uma comunidade que ajudou.
Hoje é connosco.
Tens tempo ou uns trocos de parte e não sabes o que fazer pelas regiões afetadas pela depressão Kristin? Olha para os sites abaixo e vê como podes ajudar.

Ok, de volta ao ciclismo.
Análise ao percurso
Etapa 1 — Não se deixem enganar ali pelos Medroños. Isto é coisa para acabar com todos ao molho.

Etapa 2 — Dia de contrarrelógio. 17 quilómetros, não é inteiramente plano, mas também não é uma escalada. Zero surpresas aqui.

Etapa 3 — O Alto de Tibi é, para a Vuelta Valenciana, como aquele tasco ao pé de casa onde passam lá a vida, mas nunca é o sítio mais importante para a corrida. Este ano, tem algum protagonismo: uma subida de 7.5km a 5%, que deve partir o pelotão antes de nova subida e uma descida longa até à meta. Será que Mads aguenta?

Etapa 4 — Uma etapa desenhada para romper pernas. Aliás, estão aqui as quatro subidas mais inclinadas desta Volta. Aquecem logo com o Alto Miserat (5.4km a 9.7%), subida que decidiu a GC para McNulty em 2024. Perto do final, duas subidas diabólicas no Puig de la Llorença (2.3km a 9.3%) e o pequeno Muro del Pou (250m a 9.6%).
Em qual delas Remco arranca sozinho, pega na Geral e leva-a para casa? É só escolher o quilómetro.

Etapa 5 — Há dificuldades a quase 50km da meta (e última chance para uns pontos da montanha). De resto, tudo pronto para o sprint final.

Shortlist falso plano
1200:
- Remco Evenepoel — Três provas este ano, três vitórias. Um bom TT e uma etapa 4 à medida. É Remco e mais oito.
- João Almeida — 2.º à Geral do ano passado, apenas atrás de Buitrago. Vai pontuar bem, claro, mas isto é João a aquecer os motores para o resto da época.
- Mads Pedersen — A questão para um milhão de pesetas: temos Mads GC? Se vencer a primeira e não descolar na etapa 3, está pago.
1000:
- Biniam Girmay — Com a maioria dos sprinters na Étoile de Bessèges, está aqui uma boa hipótese para Bini mostrar que é o homem mais rápido em prova. Mas a este preço? Só se tiverem fezada que ganha a primeira e anda de amarelo no TT.
- Antonio Tiberi* — A Bahrain foi feliz em 2025 com a vitória de Santi Buitrago. Este ano, é Tiberi a opção para a Geral. Baixa % de escolhas, bom na montanha, ok no contrarrelógio e já tem um pódio este ano. Para os corajosos.
800:
- Brandon McNulty — Vencedor de 2024 e escudeiro de Almeida. Bom em tudo, menos a puxar pelotão.
- Giulio Pellizzari* — Talvez gostasse de um pouco mais de montanha. A este preço e com Remco na equipa, nem pensar.
- Aleksandr Vlasov — O mesmo. 2022 ficou lá atrás.
600:
- Mathias Vacek* — Às vezes é fácil esquecer que Vacek só tem 23 anos. É a força do hábito de quem o viu a dominar pelotões em 2024. Conta para a juventude e dá pontos no contrarrelógio. Talvez arrisque.
- Ivan Romeo* — Venceu etapa o ano passado e esteve na "melhor equipa". Não era a este preço, claro. Com este percurso, e dentro de uma Movistar com muitos galos para o mesmo poleiro (Romeo, Cian, Castrillo), acho que é o mais completo da equipa.
400:
- Cian Uijtdebroeks* — Vindo das abelhas, ele vem zangão.
- Damiano Caruso — O renascimento de Caruso em 2025 dá esperança. Mas ele gosta mais do fim da época. Agora é uma excursão a Espanha.
- Magnus Cort — Nestas pequenas corridas, ele gosta de dar um bigode.
- Ben Turner — Um terço dos jogadores vão levar. Boa sorte com isso.
200:
- Arne Marit — Sprinter da Red Bull, já venceu este ano em Espanha (Trofeo Palma).
- Matevž Govekar — Com a qualidade dos homens rápidos na lista, até o Govekar parece obrigatório.
- Johannes Kulset* — Ele tem sido mais de clássicas, mas a este preço é uma boa opção para os dias mais duros da prova.
- Steff Cras — Corrida de estreia na Soudal, e com uma equipa que não traz muito melhor. Energia low-cost.
- Riley Sheehan — Para quem acha que Girmay está fora de moda.
- Clément Alleno — Tive uma visão. Ele vai para a camisola da montanha.
- César Macías* — Sprinter jovem da Burgos com dois pódios no Avenir '25.
- Pau Martí* — Quem vence em Fafe, vence em qualquer lugar do mundo.
- Os irmãos Van der Tuuk — Danny e Axel, o duo da Euskatel. Um é holandês, o outro do Mónaco. Não é para levarem, apenas achei fixe.
- Nelson Oliveira — Pontos patrióticos no contrarrelógio.
- Michele Gazzoli — Se ficares sem gasolina na equipa, mete este.
* = conta para a camisola da juventude
Código da liga falso plano: FALSOPLANO
Password: 2474
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