Podcast da Volta by Anicolor — Se Julius que isso me afeta estás muito enganado.
Julius Johansen tem esta coisa com os relógios, parece o Salvador Dali: sempre a derretê-los.
Ontem jogou-se a Torre. Hoje foi dia de olhar para o tabuleiro e perceber quem ainda tem peças para mexer.
Depois de Guérin ter virado a geral do avesso no ponto mais alto de Portugal, o contrarrelógio prometia ser a resposta de Nych. Mas ninguém teve resposta foi para Julius Johansen, ele tem esta coisa com os relógios, parece o Salvador Dali: sempre a derretê-los.
Tiago Antunes também mexeu bem as peças e, lá na frente, Guérin fez aquilo que qualquer bom rei faz: protegeu-se e deixou os outros gastar movimentos. Xeque-mate ainda não há e esta Volta também não parece com vontade de arrumar já o tabuleiro.
Fazemos as contas ao contrarrelógio, procuramos vencedores e derrotados do dia e tentamos perceber quem ainda tem uma jogada escondida na manga, desta vez com a companhia de alguém que percebe mesmo disto, já que Eduardo Soares da Silva, da Renascença, teve a gentileza de se juntar a nós.
A Volta continua. As peças estão lançadas. Agora resta saber quem será o primeiro a dizer: xeque-mate.
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