Velogames — Vuelta a la Región de Murcia

Percebes que este mundo está virado do avesso quando antes do prato principal (Figueira Champions Classic) degustas uma boa Múrcia de chocolate.

Velogames — Vuelta a la Región de Murcia
Fantasy Vuelta a la Región de Murcia 2026

Análise ao percurso

  • Etapa 1: Uma corrida montada para ciclistas explosivos e puncheurs brilharem. Esta primeira etapa tem partida em Cartagena e final em Yecla com uma subida curta e dura ao Alto Virgen del Castillo(1.3km a 7.3%) antes da descida para meta, é um prenúncio disso mesmo.
Cartagena - Yecla (Gobik Factory) (178.5 km)
  • Etapa 2: Etapa que já não é novidade, pois tem sido percorrida nos últimos anos. Com chegada a Santomera e passagens pelo Alto Collado Bermejo, perto do final temos o Alto Cresta del Gallo (tem uma zona de 1.8km acima de 9% de média) onde acontece a seleção decisiva para a vitória seja em grupo restrito (2025) ou a solo (2024).
Murcia - Santomera ( 178.7 km)

Sistema de Pontuação: Fantasy Vuelta a la Región de Murcia 2026 — Scoring Points.

Shortlist falso plano

  • Tom Pidcock (26) — O George não perdoa e meteu-o caro que dói. A realidade é que é o claro favorito não só à geral como às duas etapas. Um percurso feito para si, quem faz descolar Vingegaard neste tipo de terrenos descarrega facilmente os que estão aqui.
  • Pello Bilbao (18) — É um nome que me deixa sempre um pêlo atrás da orelha. Bilbao, excelente descedor, tem também aqui um percurso à sua maneira, embora desejasse que as subidas fossem um pouco mais longas.
  • Simone Velasco (16) Nem o ia mencionar porque o acho demasiado caro, mas é da Astana logo tem de ser. A equipa continua em alta e Velasco é o típico puncheur que consegue aparecer a bom nível neste tipo de provas. Duvido que ganhe, mas é da Astana.
  • Raúl Garcia Pierna (14) — Acabadinho de vencer etapa na Valenciana, esta é uma aposta caso acreditem numa vitória a solo ou grupo muito reduzido na etapa 2. Garcia Pierna tem pernas de contrarrelogista e pode dar bom uso caso consiga um ataque a solo.
  • Marc Soler (14) — Continuo na lógica dos ataques a solo, mas este não é por ser contrarrelogista é por ser "loco". Marc Soler é um supercombativo que adora atacar sempre que o deixam e não deixam. "Calipo" Soler certamente quererá vencer na terra do seu ex-colega de equipa Alejandro Valverde.
  • Tim Wellens (14) — Continuamos pela letra T, podemos ver perfeitamente a dupla Tom e Tim a disputar qualquer uma das etapas, especialmente a primeira etapa, onde Wellens pode ser dos poucos a conseguir descer com Pidcock.
  • Benoit Cosnefroy (12) — Quando pensamos num puncheur pensamos em Cosnefroy. Tem as características necessárias para fazer uma boa prestação nesta prova. No entanto, 2025 não foi famoso e em Maiorca "Cosne" foi cone.
  • Matej Mohoric (12) — O ciclista com as cordas vocais mais desenvolvidas de todo o pelotão, a sua voz grossa reflete também a sua coragem (para não lhe chamar outro nome) em enfrentar descidas perigosas. Adapta-se a esta corrida, mas de 2025 pouco se aproveitou.
  • Guillermo Thomas Silva (12) — Muita atenção ao compatriota do saudoso Mauricio Moreira, Thomas Silva foi dos poucos que conseguiu seguir Morgado no potente ataque desferido pelo português no GP Castellón. Uma corrida que tem semelhanças com as etapas da Volta a Murcia, Thomas Silva tem tudo para brilhar e é da Astana.
  • Clément Venturini (12) — Campeão da Taça de França em 2025, Venturini certamente não quererá que esta sua nova aventura seja uma venturinha.
  • Jon Barrenetxea (10) — Esperemos que não seja nenhum barrete, mas o basco da Movistar tem um bom punch e gosta deste tipo de provas.
  • Quinten Hermans (10) — Sim, tem Pidcock na equipa mas Hermans também consegue dar garantias à Pinarello. Podem, quem sabe, tentar uma dobradinha.
  • Matyas Kopecky (10) — Um sprinter que passa bem estas dificuldades, é daqueles nomes que pode ser o melhor do segundo grupo.
  • Andrea Raccagni Noviero (10) — Jovem talento da Soudal, já tinha dado nas vistas durante o período das semi-clássicas de final de época em Itália. No Down Under provou que continua em boa forma e tem um perfil que encaixa com esta corrida.
  • Hector Alvarez (8) — Miúdo que corre como um graúdo, apenas 19 anos esta promessa da equipa de formação da Lidl Trek, deu nas vistas em Maiorca, onde por pouco não bateu António Morgado no Troféo Calviá.
  • Viktor Soenens (8) — Andou bem na Valenciana, é um ciclista que não só sobe bem como sprinta bem em grupos reduzidos e gosta de brilhar no ínicio da temporada.
  • Attila Valter (8) — Um dos fugidos da Visma, é fácil esquecermo-nos de que Valter já andou de rosa no Giro. Nunca correspondeu verdadeiramente à hype, dada por parte de alguns analistas, mas a verdade é que tem talento e pode dar um progresso na sua carreira aqui.
  • Mattia Negrente (6) — Desconhecido para muitos, conhecido para quem fez fantasy do Firstcycling. Este jovem puncheur sprinter brilhou em corridas de menor dimensão no ano passado e é da Astana.
  • Erazem Valjavec (6) — O Tadej original não é o Pogacar é o Tadej Valjavec. Erazem é o filho e quer seguir as pisadas do pai.
  • Henri Vandenabeele (6) — Eterna promessa, já fez 2.º no Giro sub-23, a passagem pelo World Tour não lhe correu bem, mas já conseguiu alguns resultados interessantes em Maiorca nesta sua nova equipa de segundo escalão.
  • Victor Vercouille (6) — Super combativo, por pouco não ganhou a primeira etapa em Bèsseges. Está a atravessar um momento complicado na sua vida pessoal e corre com motivação extra para dedicar a vitória ao pai.

Código da liga falso plano: 331446411