Cycling Fantasy — Coppa Sabatini

O segredo não é olhar para o historial dos nomes consagrados, mas sim decifrar quem chega à Toscana com fome de fechar a época em alta.

Cycling Fantasy — Coppa Sabatini
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Análise ao percurso: Disputada nas colinas ondulantes de Peccioli, na Toscana, esta semi-clássica italiana vai para a sua 74.ª edição. É um percurso em circuito, explosivo, perfeito para os puncheurs de alta rotação.

Peccioli - Peccioli (197.6km)

Shortlist falso plano

1200:

  • Florian Lipowitz — Dificilmente o dropam mas dificilmente dropa os melhores puncheurs nestas subidas curtas. Aponto para algo entre a 5.ª e a 10.ª posição.

1000:

  • Lenny Martinez — Chegou com os melhores no Giro della Toscana (4.º) e este percurso ainda lhe assenta melhor.

800:

  • Giulio Pellizzari — Tirando o Giro d'Italia, está a fazer uma temporada muito boa. Chega aqui motivado pela vitória no Giro della Toscana mas este percurso não o favorece tanto. Para repetir o triunfo tem de atacar de longe.
  • Antonio Tiberi — Seis meses depois voltou a dar sinais de vida com boas exibições no GP Industria (6.º) e no Giro della Toscana (8.º).
  • Christian Scaroni — A maior esperança transalpina para recuperar um título que foge desde 2018 — O último triunfo foi de Andrea Pasqualon, em 2017.
  • Romain Grégoire — Perfil ideal para o campeão francês. O meu favorito.

600:

  • Diego Ulissi — Venceu esta corrida em 2013 e este ano ainda não picou o ponto. Eu acho que é desta que interrompe a streak de 16 temporadas consecutivas com vitórias.
  • Jan Christen — O talento impressiona mas a capacidade para fazer merda também. Podia suceder ao seu compatriota Hirschi como dominador desta fase de semi-clássicas italianas mas a cabecinha não dá para mais.
  • Alex Aranburu — O homem está confiante e um homem confiante é imparável.

400:

  • Andrea Vendrame — Se não endureceram demasiado pode dar odd 100.
  • Simone Velasco — Os sinais não são os melhores mas costuma apresentar-se bem nesta fase da temporada. Num sprint reduzido é sempre candidato.
  • Marc Hirschi — A 400 é cheat code. Só não é o favorito número 1 porque a forma recente deixa muito a desejar, mas pelo histórico e pela forma como o perfil se ajusta aos seus pontos fortes é sempre candidato — pode isolar-se como único tri-campeão nesta corrida septuagenária.
  • António Morgado — Se o Bigode Voador quiser levar isto para a zona 3 acho que pode sacar um pódio fácil.
  • Roger Adrià — Boa forma recente (4.º no GP Industria) e com um perfil que lhe assenta bem.
  • Fabio Christen — Uma das desilusões da temporada mas a exibição razoável no Tour of Britain coloca-o nesta shortlist.

200:

  • Eric Antonio Fagúndez — O uruguaio da Caja Rural gosta deste tipo de corridas.
  • Mikkel Frølich Honoré — O dinamarquês que tinha terminado a carreira em 2021 retomou a atividade no Giro della Toscana (6.º).
  • Jan Castellon — O craque de Qinghai pode fazer bons resultados nestas provas de menor dimensão.
  • Lorenzo Finn — O campeão do Avenir vai ser cracalhão.
  • Adrien Boichis — Vai sacar uns top-15 nestas semi-clássicas.
  • Benoît Cosnefroy — Alguém disse que este percurso é perfeito para os puncheurs de alta rotação.
  • Alessandro Fancellu — O italiano da MBH Bank é um ciclista fantasy friendly: sempre muito regular, tanto em provas de uma semana como em corridas de um dia.
  • Natnael Tesfatsion — Está a ter a melhor temporada da carreira, e se o levam para o sprint ele não dá abébias.

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