Cycling Fantasy — Tour de Pologne
UAE Tour 2.0.
Análise ao percurso: ver Antevisão — Tour de Pologne.

Shortlist falso plano
1200:
- João Almeida — O Bota Lume está de volta a um palco onde já foi muito feliz — venceu em 2021, foi 2.º em 2023. A forma recente é do pior que já vimos mas estamos todos a torcer para um regresso a um bom nível, já a pensar na Vuelta. Não é um percurso perfeito para as suas características mas tem de partir como favorito: pelo histórico; por ser, de longe, o melhor voltista em prova; e pelo bloco forte que a UAE apresenta.
- Jonathan Milan — Com três sprints nas três primeiras etapas e com Theuns e Consonni a lançá-lo fica difícil deixá-lo de fora. Venceu nas duas últimas corridas — no Giro, em Roma; e no campeonato nacional, vai estrear aqui a camisola de campeão nacional.
1000:
- Paul Magnier — É o melhor sprinter da startlist, ex aequo com o italiano da Lidl. No Giro "venceu" por 3-1 e aqui tem mais três oportunidades para aumentar a contagem.
800:
- Jordi Meeus — Uns furos abaixo dos dois velocistas supracitados, o belga é uma boa alternativa (mais barata) a um deles. Está a fazer uma temporada muito positiva — soma já quatro vitórias.
600:
- Jan Christen — A outra truta da UAE. Este gosta de andar sozinho e a sua explosividade, neste percurso, é aliciante para os seus ataques tardios. Não encantou na Donostia — num perfil de corrida ideal para ele, mas levou com muitos trepadores a endurecer a corrida — mas também não desiludiu, foi 7.º.
- Santiago Buitrago — Apenas um triunfo em 2026 (Laigueglia) e sem grandes perfomances que se destaquem mas será o líder da Bahrain, que por norma entrega bom resultados nesta corrida: Mohorič ganhou em 2023 e Tiberi foi 2.º em 2025, por exemplo.
- Aleksandr Vlasov — De saída para a Astana, está na altura de começar a mudar o chip de gregário amarrado para voltista. #FreeVlasa
- Magnus Sheffield — Num percurso que deverá deixar os homens da geral separados por meros segundos até ao contrarrelógio, e sem subidas longas, o americano pode fazer uma boa classificação geral. Se não cair, como é habitual, vai para o top-5.
- Iván Romeo — Igual ao Sheffield mas em espanhol e com menos risco de se espalhar no alcatrão polaco, apesar de andar com algum azar nos últimos tempos.
- Cristian Scaroni — Difícil ir ao pódio final porque vai fazer o contrarrelógio de costas, mas é super-candidato a vencer qualquer uma das chegadas anti-sprinters. Está em grande forma, com três top-4 nas últimas três clássicas espanholas.
400:
- Juan Sebastián Molano — Um dos melhores sprinters a custo reduzido.
- Matteo Malucelli — O melhor sprinter a custo reduzido.
- Alec Segaert — Um dos favoritos à vitória no contrarrelógio. Tem pernas para aguentar nas etapas mais explosivas e acabar numa boa posição da geral.
- Paul Lapeira — Puncheur com algumas chegadas ao seu jeito. Na última edição foi o vencedor em Karpacz e vestiu a camisola amarela.
- Carlos Canal — Um dos poucos ciclistas não-inconsistentes da Movistar.
- Sam Welsford — É rápido mas soma mais DNF do que top-3. Na última corrida que fez, em Copenhaga, só perdeu para o Philipsen e para o Lund Andresen.
- Steffen De Schuyteneer — Puto rápido, ainda não tem estaleca para entregar vitórias mas costuma dar pontos na fantasy.
- Matteo Moschetti — Mais uma boa opção lowcost para as três primeiras etapas.
200:
- Benoît Cosnefroy — Com a incursão na UAE Emirates o seu nível voltou a subir. Quatro triunfos no último trimestre, e a contagem pode aumentar aqui.
- Matevž Govekar — Sprinter barateco da Bahrain.
- Pierre Gautherat — Sprinter barateco da Decathlon.
- Noa Isidore — É mais uma pronmessa gaulesa no bloco da Decathlon. Especialista em segundos lugares.
- Noah Hobbs — Deverá bulir para o Van den Berg, mas em sprint puro não sei se já não superou o neerlandês. Venceu o único sprint do Tour de l'Ain.
- Brady Gilmore — Há um ano estava a limpar etapas nas Beiras, na Volta a Portugal. Este ano já celebrou no World Tour. O australiano raramente desaponta os fantasistas.
- Henri-François Renard-Haquin — O ciclista com mais hífens foi a revelação da corrida com mais hífens (Tour Auvergne - Rhône-Alpes).
- Filippo Fiorelli — Vai ter muita liberdade dentro deste bloco da equipa C da Visma.
- Victor Langelotti — Fartou-se de dar pontos na edição transacta, naquela que foi a sua última aparição no World Tour.
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