Cycling Fantasy — Tour of the Alps
Aí está a primeira prova por etapas vencida por Giulio Pellizzari.
Análise ao percurso: O Tour of the Alps 2026 apresenta um percurso de cinco etapas bastante exigentes com elevada concentração de montanha e pouco espaço para recuperação. A corrida começa em Innsbruck com um perfil ondulado que terminará muito provavelmente num sprint reduzido. A segunda etapa, com final em Val Martello, é o primeiro teste para a classificação geral. Segue-se uma etapa longa e irregular até Arco que penso que poderá dar fuga. O dia mais duro termina em Trento, com várias subidas exigentes e onde as posições de CG mais importantes vão ficar bem definidas, apesar de na última etapa ainda haver dificuldades suficientes para possíveis alterações na geral. É um percurso consistente, seletivo e favorável a trepadores completos, que finalizem bem.

Shortlist falso plano
1000:
- Thomas Pidcock — Por falar em trepadores que finalizam bem, aqui temos um bom exemplo disso, está a mostrar cada vez mais competência a subir, o facto de ter caído é o ponto contra.
- Ben O'Connor — Aqui é um exemplo de um bom trepador que não finaliza bem, e apesar de muito inconstante o que é certo é que nesta startlist não há grandes problemas de orçamento.
800:
- Thymen Arensman — Fez 2º na geral aqui no ano passado e vai repetir o feito este ano, eu levo.
- Giulio Pellizzari — De certeza que já ouviram algures algo como "é o melhor do mundo, quiçá da Europa, mas só aqui podem ler que este italiano vai ganhar a geral, e quem sabe até a camisola da juventude. Obrigatório.
- Derek Gee-West — Há melões que só sabemos se são bons depois de abrir, pois eu nem melões vou comprar.
600:
- Michael Storer — Que grande Tour of the Alps fez em 2025 e é o atual vencedor da prova, vai tentar revalidar mas vai bater de frente com um italiano da Red-Bull.
- Egan Bernal — Não me lembrava de o ver correr este ano e o que é certo é que tive de ir confirmar e só fez uma prova(tirando nacionais) em que até fez 7º. Por isso a forma é uma incógnita. Por cá eu continuo sem comprar melões.
- Aleksandr Vlasov — Ainda não decidi se levo, acredito que pode fazer uma boa prova, mas pode também vir só trabalhar para o líder.
400:
- Paul Double — Se quiserem levar alguém de 400 só podem levar este. Os Pauls costumam andar bem aqui, lembram-se de um tal de Paul Seixas?
200:
- Mathys Rondel — Vai buscar alguns pontos da juventude, e não me surpreende que faça top-10 mesmo havendo Storer. Eu levo
- Tobias Foss — Quando atacar a 100km da meta num ataque sem sentido nenhum der pontos este menino compensa muito. Até lá evitem.
- Jefferson Alexander Cepeda — Numa EF sem um grande líder e com liberdade é uma duzentinha a ter em conta.
- Jakob Omrzel — Numa equipa bastante jovem onde apenas dois ciclistas não contam para a juventude, tem aqui terreno para mostrar as suas valias.
- Lorenzo Finn — É mais um miúdo com uma qualidade, tem aqui mais uma oportunidade para se mostrar ao lado dos graúdos. Eu não levo pois na hierarquia da equipa pode ser difícil aparecer nas decisões, qualidade para lá andar tem de sobra.
- Andrea D'Amato — No Tour de Taiwan esteve em bom nível, mas aqui a concorrência será diferente.
- Tommaso Dati / Nicolò Garibbo — Mais dois nomes da Ukyo, este até já brilharam por Itália este ano ao vencer uma etapa na Settimana Internazionale Coppi e Bartali(Dati) e no Giro di Sardegna(Garibbo).
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