Cycling Fantasy — Boucles de la Mayenne
É só levarem o vencedor do prólogo e mais 8.
Análise ao percurso: Como já tem sido habitual, começa com um prólogo para abrir as hostilidades. Explosivo e técnico, vai criar pequenas diferenças. Na primeira etapa, terreno ondulado, circuito final nervoso e muito desgaste acumulado mas ainda assim deve dar para os homens rápidos disputar a chegada. A decisão da geral fica guardada para a segunda etapa com mais um circuito final muito duro em Pré-en-Pail-Saint-Samson, com a selecção a sério a ser feita no Mont des Avaloirs. Para a última etapa, nova oportunidade para os velocistas.

Shortlist falso plano
1200:
- Mads Pedersen — Primeira prova por etapas que vai fazer este ano, e é daqueles nomes difíceis de ignorar num percurso onde resistência e explosividade serão fundamentais. Terá ainda uma palavra a dizer na geral.
800:
- Olav Kooij — Em teoria tem obrigação de vencer as chegadas rápidas. Numa situação normal não ficaria na dúvida de levar mas devido a um vírus só irá correr agora pela primeira vez em 2026.
600:
- Matthew Brennan — Pensei que nesta altura já estaríamos a falar dele como uma confirmação daquilo que fez em 2025, o que é certo é que teve alguns problemas e voltou a correr em corridas menores (Flèche du Sud) onde venceu três etapas. Vamos ver se consegue catapultar essa forma para esta prova.
- Anthony Turgis — O único vencedor desta corrida presente na startlist, é um nome interessante e que será pouco escolhido.
400:
- Sebastian Molano — Quem tem os manos Oliveira a lançar é candidato a pontuar.
- Ethan Hayter — Havendo um prólogo a abrir, é um nome sempre a ter em conta, por outro lado terão de ponderar se querem ir contra a primeira regra do manual Fantasy para Totós.
Regra número 1️⃣: https://t.co/85TjddSG6Q
— falso plano (@falsoplanoblog) September 5, 2024
- Clément Venturini — No meu primeiro draft está na minha equipa. Vamos ver se aguenta a pressão e se mantém por lá até começar a corrida.
- Ivo Oliveira — Levem apenas se acreditarem que fará pódio no prólogo. Será difícil pontuar depois disso.
- Louis Barré — O que eu gostava de vos estar a escrever do Barré de 2025, que estaria numa forma fantástica e estaria na minha equipa de caras. Assim terei de deixar de fora.
200:
- Jakob Söderqvist — Obrigatório, para o caso de estar numa fuga e a meio da etapa decidirem que afinal a meta é já dali a cinco quilómetros.
- Maikel Zijlaard — Um pouco como Ivo, mas podendo ainda disputar as chegadas rápidas.
- Thibaud Gruel — Venceu o prólogo no ano passado, se repetir o feito, fica pago e deverá pontuar ainda nas etapas seguintes. Eu levo.
- Baptiste Veistroffer — Faz o que tu bem sabes e vai lá para as fugas dar trabalho ao pelotão para te apanhar.
- Alexis Renard — Está em boa forma, é daqueles nomes que eu não coloco de primeira na minha equipa e não sei bem porquê duvidar tanto, só em 2026 já esteve seis vezes na melhor equipa da Cycling Fantasy.
- Benoît Cosnefroy — Depois do que já fez este ano, ainda estar a valer 200 é de admirar. Obrigatório, pois claro.
- Noah Hobbs — Nas últimas corridas a EF tem sido um pesadelo para os fantasistas pois nunca sabemos bem quem vai disputar as corridas. Aqui repetem a fórmula Hobbs/Lamperti/Van den Berg e fica a dúvida do que irão fazer. Em princípio não levo nenhum. A levar será Hobbs.
- Héctor Álvarez — Começou a época a brincar com os adultos e a dar-se muito bem, entretanto foi brincar com os da idade dele e fez 5.º (Paris-Roubaix Espoirs) e 8.º (Liège-Bastogne-Liège). Voltando agora à mesa dos adultos, tem o que é preciso para os fazer sofrer.
- Noa Isidore — A qualidade deste miúdo já não passa despercebida, mas tem-me enervado muito. Quando levo flopa, quando não levo voa.
- Aubin Sparfel — Mais um jovem com muito talento da Decathlon. Vem de vencer o Le Tour de Bretagne Cycliste.
- Alessio Magagnotti — Mais um jovem sprinter muito promissor, fez 4º na Classique Dunkerque.
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