Cycling Fantasy — Classique Dunkerque / Grand prix des Hauts de France

Finalmente! Um post sem falar do Eulálio. Ah, foda-se.

Cycling Fantasy — Classique Dunkerque / Grand prix des Hauts de France

Análise ao percurso: É uma clássica com um percurso clássico para uma clássica. Algum sobe e desce, nada de outro mundo, só para dar margem a alguns ataques e criar aquela indecisão entre um fim ao sprint ou uma prenda para os aventureiros atacantes. O final em subida, com 500 metros a 5%, deve tornar o (eventual) sprint mais imprevisível.

Dunkerque — Mont-Saint-Eloi (203km)

Shortlist falso plano

800:

  • Pavel Bittner — Vem de um mês sem correr desde que abandonou em Roubaix, o que levanta sempre algumas questões. Ainda assim, tem capacidade para resistir às (poucas) dificuldades do percurso e é um dos 3 homens mais rápidos presentes. Além disso, não há problemas de budget. Só o deixam de fora se acordarem com vontade de serem diferentões, o que é legitimo, migos.

600:

  • Jordi Meeus — É o mais rápido, traz o melhor comboio e está cada vez mais capaz neste tipo de finais explosivos. Obrigatório.
  • Bryan Coquard — A única Coq que me desperta interessa esta semana é a de sábado no Giro. De qualquer maneira, devo levar, só porque sim. Mal também não faz. Já não é o que era, mas ainda não é mau e gosta muito deste tipo de percurso, sobretudo a correr em casa.

400:

  • Luke Lamperti — Alguns resultados interessante neste que está a ser o ano onde o americano procura afirmar-se entre a elite. Um dos favoritos à vitória e, certamente, um dos meus 9.
  • Marijn van den Berg — Aqui começam as dores de cabeça. Vai Marinho lançar Lamperti? Já o fez este ano, é verdade. E, se assim for, devemos então deixá-lo de fora? Mesmo com este final tão tão ao jeito dele? Acho que vai ter de ser. (nota: odeio tanto vários ciclistas do mesmo perfil na mesma equipa, dá-me mesmo ansiedade)
  • Danny van Poppel — Olha-me outro. Há Meeus? Há. Mas Danny vem a uma prova destas só para o lançar? Sem ambição pessoal? Sem a hipótese de se esquecer completamente que é suposto ser lançador? Não sei se tenho coragem de não levar aquele que é, provavelmente, o melhor ciclista em prova.
  • Laurence Pithie — Faltavam cartas dentro da Red Bull, não era? Pithie também encaixa aqui que nem uma luva e vem de uma vitória, confirmando que a forma está lá. Levar a equipa toda da Red Bull é uma hipótese válida?
  • Steffen de Schuyteneer — Gosto muito e acho que ele também gosta de mim. Levo.
  • Sam Welsford — Não é na Austrália, não é Janeiro e acaba a subir. Desculpa Sam, mas com estes 3 fatores é impossível considerar levar-te.

200:

  • Thibaud Gruel — Um dos ciclistas que, à semelhança da maior parte dos que estão a este preço, terá interesse em que a corrida seja o máximo endurecida possível para equilibrar o seu kick de puncheur com o sprint puro de outros pesos pesados.
  • Lewis Askey — Chega aqui vindo de um belo pódio na Tro-Bro Léon. Mas essa corrida é bem mais dura que esta e assim fico na dúvida. Ainda por cima com Hugo na equipa. Que nervos.
  • Hugo Hofstetter — É isso, são nervos. Ele costuma adorar estas coisas e é sempre um nome fiável, mas entre ele e Askey não sei quem levar então talvez não leve nenhum. Ou levo os dois que a NSN precisa de pontos.
  • Pierre Gautherat — Está em boa forma e é um dos nomes que imagino a tentar atacar a corrida antes da dificuldade final.
  • Jenthe Biermans — E este é um bom nome para lhe fazer companhia.
  • Jon Barrenetxea — Vem de uma vitória numa corrida ainda mais de pinos que esta. Mas vitória é vitória, traz motivação e mostra sempre alguma capacidade. Um nome interessante para esta prova.
  • Artem Schmidt — Sei lá, acho-lhe graça e vejo nele potencial.
  • Marius Mayrhofer — Bem, fui agora ver os resultados dele esta época. Que merda.
  • Antoine l'Hote — Tudo o que é Decathlon tem 100 watts extra e torna-se perigoso. 20 aninhos e muita qualidade.
  • Rasmus Tiller — Vai andar por lá, gosta deste tipo de finais e está em boa forma.
  • Axel Mariault — Tem vindo a ser consistente no circuito francês, embora contra concorrência inferior. Um joker.
  • Matys Grisel — Ganhou a geral do Tour de Taian, ou seja, é máquina.
  • Vito Braet — Never forget Figueira 2024 podium.
  • Stian Fredheim— Acho que pode ser duro demais para ele, mas lá velocidade ele tem.

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