Cycling Fantasy — Liège - Bastogne - Liège
Conseguirão Seixas e Pogačar dar luta a Alessandro Pinarello?
Análise ao percurso: ver Antevisão — Liège - Bastogne - Liège.

Shortlist falso plano
1200:
- Tadej Pogačar — Só falta escolher 8, não é verdade? Acredito que o esloveno esteja com fome de deixar óbvio que ainda é dono e senhor deste desporto e que a competição vai ter de esperar.
- Remco Evenepoel — Remco é perigoso. O seu plano deverá ser ficar o mais perto de Pogi possível depois do ataque e depois persegui-lo ao estilo Amstel 2025. É difícil, mas não é impossível. Com o sprint que detém atualmente, é quase certo que estará no pódio, e sendo assim não o levar é sempre um risco alto.
1000:
- Thomas Pidcock — Forma duvidosa depois dos problemas físicos. Nos Alpes, mostrou sprint mas também evidenciou falta de qualidade a subir, algo que lhe fará muita falta nesta prova. Sinceramente, este segmento das "milinhas" é, a meu ver, para descartar.
- Kévin Vauquelin — É bom? É. É bom o suficiente para poder ganhar? Não. Vale a pena pagar 1000 por alguém que não pode ganhar? Não.
800:
- Paul Seixas — Só faltam escolher 7, não é verdade? É um prodigio, é incrivel e vai testar-se a sério contra o dono disto tudo. Diz que tem nesta prova o principal objetivo da primeira metade da época e foi para aqui que apontou o seu pico de forma, pelo que a curiosidade é muita. Seja como for, a 800, não há nada que pensar.
- Romain Grégoire — Tem estado regular mas acho que lhe falta qualquer coisa. Apesar disso aparece nesta lista porque num eventual grupo atrás do big-3 será dos mais fortes ao sprint e pode muito bem fechar um honroso top-5.
- Mattias Skjelmose — A 800 torna-se tentador, dada a sua forma recente. Se não se levar Remco há orçamento, e faz todo o sentido usar esse orçamento no dinamarquês que fechou no top-5 das tuas primeiras provas das Ardenas.
- Santiago Buitrago — Um outsider interessante que já fechou pódio nesta prova. Para quem quiser fugir ao óbvio e não tiver medo de flopar.
600:
- Mauro Schmid — Que época do Suiço. Eu acho que isto é demais para ele, mas não excluindo um top-5, não o posso remover desta lista.
- Cristian Scaroni — Em teoria, é ótimo para ele. Mas a forma recente não me convence.
- Egan Bernal — Super Bernal nos Alpes, deu gosto ver. Sabe andar em provas de um dia, vem com confiança e com pernas. Nome que me desperta muita curiosidade para esta prova.
Nota: À semelhança dos 1000, também os 600 não me super convencem. Eu apostaria tudo nos 1200, 800 e 400, onde transborda qualidade.
400:
- Alex Baudin — Está a voar e é 400. Difícil deixar de fora.
- Ion Izagirre — Está a voar e é 400. Difícil deixar de fora, apesar de estarmos fora da sua zona de trabalho.
- Ben Tulett — Está a voar e é 400. Difícil deixar de fora.
- Clément Champoussin — Sempre um nome interessante para estas provas caso queiram mais um 400. Eu diria que os 3 de cima são praticamente obrigatórios.
- Cian Uijtdebroeks — Uma interessante época de estreia na Movistar. Não é um classicómano mas a corrida pode tornar-se muito dura e ele aí pode conseguir um resultado interessante. Pena que num grupo de 10, fique em 11.º no sprint.
- Mauri Vansevenant — Está a andar bastante bem nesta campanha de clássicas. Dificilmente falha o top-20, mas vejo como difícil fazer muito melhor que isso.
200:
- Alessandro Pinarello — Que época para o protegido falso plano. Acabou de ganhar no Gran Camiño e eu não o devo deixar de fora. Está super.
- Afonso Eulálio — Percurso interessante para o português, pode conseguir pontuar se as pernas estiverem lá.
- Ewen Costiou — O francês está bem nesta chegada à Groupama e pode ser um nome a ter em conta.
- Andreas Leknessund — Andou em modo trator na Flèche, sendo o último dos atacantes a ser apanhado. Nesta prova esse tipo de moves é mais eficaz e pode conseguir garantir o seu lugar num grupo a disputar posições honrosas.
- Benoît Consefroy — Super forma do francês. Fica a dúvida se depois do leadout para Pogi terá pernas para se manter dentro da corrida, mas a 200, um ciclista que vem de três top-5 nas Ardenas, fica difícil deixar de fora.
- Fernando Barceló — A Caja está a andar bem, com muito foco nos pontos e com liberdade para todos os seus ciclistas. Queria dar destaque a um, escolhi Barceló que acredito ser o que melhor se adapta a este percurso.
- Andreas Kron — É sempre imprevisível, mas tem qualidade e o top-10 no Huy comprova que está com boas pernas atualmente.
- Emiel Verstrynge — Fez 5.º na Amstel e o ano passado provou que pode andar também bem aqui, fazendo 14.º. Posto isto, devo conseguir encaixar na minha equipa.
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