Antevisão — Vuelta a España
Un plato de jamón y una caña, por favor. Venga la Vuelta y todo su encanto.
Introdução
La Vuelta e todo o seu encanto. Sem a pressão do Tour, sem a excitação de ser a primeira que o Giro tem, a Vuelta encontra o seu lugar no calendário e nos nossos corações de forma bem particular. Procura salvar as épocas de alguns ciclistas azarados, procura não deixar ninguém sossegar enquanto sobe paredóns sob o tórrido Agosto espanhol, procura questionar os sprinters do porquê da sua existência e procura ter personalidade, uma personalidade distinta, particular, apaixonante. É aqui que vemos as melhores underdog stories, que vemos as estrelas do futuro despontar e as estrelas do presente triunfar. Eu gosto da Vuelta, embora honestamente isso diga pouco da corrida porque eu gosto de quase tudo o que é gente a pedalar.
Esta edição traz-nos tudo aquilo a que estamos habituado e que já foi mencionado, mas traz-nos também uma novidade que toldará toda a corrida, e provavelmente a "estragará": Tadej Pogačar estará presente no Mónaco para a partida e só não chegará de Roja a Granada caso se espete para aí em qualquer lado ao longo das próximas três semanas, o que esperemos que não aconteça. É verdade que não saber o vencedor da corrida antes da mesma começar dá um gostinho especial à coisa, mas já nos vamos habituando a quando o esloveno está presente não podermos contar com isso. Como tal, resta-nos desfrutar da sua presença em busca da história, em busca de completar mais um objetivo na sua estratosférica carreira e fechar finalmente as três Grandes Voltas. Pode juntar-se assim a um restrito lote de ciclistas que o conseguiram, entre os quais o seu rival maior, Jonas Vingegaard. Pode também tornar-se no primeiro ciclista desde Chris Froome a vencer Tour & Vuelta no mesmo ano. Tudo aponta nesse sentido, e quando assim é, precisamos de aceitar, aproveitar e esperar que ele não volte ou que, melhor ainda, alguém apareça no futuro para lhe fazer frente.

Se o primeiro lugar está decidido, há outros pontos de interesse ao longo desta corrida. A afirmação da miudagem toda, e tanta, e com tanta qualidade; A disputa pelos primeiros lugares entre os humanos; O regresso de João Almeida a esta prova onde já foi, e já me fez, tão feliz, embora com incógnitas gigantes relativamente à sua forma; A presença de Primož Roglič em perseguição a um recorde que já parece impossível de atingir; A disputa entre dois dos melhores classicómanos da atualidade, Mads Pedersen e Wout van Aert, pelas etapas acidentadas e quem sabe pela camisola dos pontos.
Uma Grande Volta é sempre uma conjugação de várias histórias. Umas previsíveis, outras não tanto, e as segundas são sempre as mais saborosas. Cá estaremos à espera delas. Venga la Vuelta.
O percurso
Etapa 1 — Ai o Mónaco, o Mónaco. A fórmula 1, os prédios luxuosos, o mar no horizonte, a fuga aos impostos. Só se dão coisas bonitas neste principado e é de lá que a Vuelta vai arrancar com um esforço individual ultra-técnico, com passagens pelo mítico circuito e com uma camisola Roja à espera no final.

Etapa 2 — Como se sabe, se há em Espanha metros planos os organizadores fingem que não os conhecem. É sempre sobe e desce, três semanas disto. Aqui temos um dia ondulado com uma chegada francesa num pequeno topo francês que deve transformar esta etapa numa disputa entre os bons homens rápidos e versáteis aqui presentes.

Etapa 3 — Continuamos em França, desta vez para a primeira chegada em alto. Dia para o senhor dono disto tudo se estrear a vencer ou para dar 18 minutos a um Cristián Rodríguez desta vida, de forma a evitar ter que ir às cerimónias do pódio e outras chatices que tais. Problemas de primeiro mundo.

Etapa 4 — Quatro dias, três países. Vá, dois não são bem países mas eu não quero entrar nessa discussão. Em Andorra, tudo são montanhas e estes curtos 106 quilómetros vão parecer muito longos no primeiro grande teste da prova. Interessante o facto de existirem subidas tão duras ainda longe da meta, pode vir daqui espetáculo.

Etapa 5 — É assim, para Vuelta, isto é pancake flat. Ainda assim, quatro quilómetros a 6.6% pode chegar para algum aventureiro tentar criar o caos, ou pelo menos para descartar os poucos sprinters puros presentes.

Etapa 6 — Deve dar fugaça, dado que do topo da última subida à meta ainda são 30 quilómetros.

Etapa 7 — Etapa esquisita, vai sempre subindo, mas poucochinho de cada vez, assim quase que em falso plano. Mais um dia para a fuga se a UAE não vier em modo assassino.

Etapa 8 — Mais um dia onde a discussão deverá ser quais dos homens rápidos chegam à meta para disputar o sprint final.

Etapa 9 — Antes do dia de descanso, toma lá, que é para as pernas te doerem com fartura. São quase 5000 metros de acumulado numa etapa sem metros planos e com uma subida final que engana, já que os últimos seis quilómetros são duríssimos.

Etapa 10 — Chegada em falso plano, iupiiiiii.

Etapa 11 — Que perfil mais aleatório. Dá vibz de China, adoro.

Etapa 12 — O primeiro teste da segunda semana. Gosto muito do conceito de me "Calar Alto", sinto que devia adotar mais vezes na minha vida. É tipo um silêncio ensurdecedor. Andam ali escondidos seis km a 9%, até choram.

Etapa 13 — Fugitivos, fujem, fujem. É o vosso dia. Embora exista aqui gente rápida capaz de passar estas dificuldades e pertencer à fuga. Vai ser giro de ver.

Etapa 14 — Mais uma moedinha, mais uma voltinha. Nova chegada em alto, novo teste para os candidatos ao pódio.

Etapa 15 — Entramos aqui no período mais soft da corrida. Três dias seguidos talhados para os homens rápidos, sendo este ainda assim aquele que apresenta mais dificuldades pelo caminho.

Etapa 16 — No início ainda pica um bocado, mas depois é plano a sério. Até é de estranhar. A organização parece aqueles avós que obrigam os putos a comer a sopa antes de lhes dar o rebuçado. É isso só que com sprinters a terem de passar 30 etapas de montanha antes de poderes sprintar descansados.

Etapa 17 — Wow, mas o que é isto? Até pensei que fosse um contrarrelógio, mas não. É mesmo uma etapa plana.

Etapa 18 — El Puerto de Santa Maria tem ótimo marisco e Jerez de la Frontera é uma catedral do desporto motorizado. Entre o camarão tigre e a alta cilindrada existem 32 quilómetros, tendencialmente planos, num contrarrelógio pouco comum nos dias que correm. Plano, longo e pronto para fazer grandes diferenças, sobretudo numa fase tão adiantada da corrida.

Etapa 19 — Chegamos ao duo final, e que duo. Se ainda dúvidas existirem quanto ao resultado final desta prova (abaixo do 1.º), ficarão desfeitas nestes dois dias. Os trepadores a quererem recuperar o tempo perdido na véspera têm aqui um regalo com a chegada a Peñas Blancas. Muito longa, irregular, dura. Querem melhor? É só esperar pelo dia a seguir.

Etapa 20 — Etapón dos demónios. Três subidas de 1.º categoria e uma de categoria especial nos últimos 100 quilómetros. Sempre subidas relativamente curtas, sempre muito inclinadas. Vuelta classic. Dia para raids, jogadas loucas, ataques de longe, rebentamento de pernas. É o fim da Vuelta e fecha em beleza.

Etapa 21 — Arrancamos para a última etapa dentro do Carrefour. Porque não? Tem ar condicionado, que é simpático, tem bom piso, tem espaço para todos os ciclistas. A única questão é o porquê de acontecer tão poucas vezes.

Quanto à etapa em si, é destacar o facto de que já não há meras etapas de consagração, e este circuito em Granada é a prova disso. Quatro passagens numa subida ainda com alguma dureza deverão ser o palco para o espetáculo final da prova.

O que esperar
Começando pelo prémio principal, todos sabemos o que esperar. Tadej Pogačar irá dominar a corrida a seu belo prazer, resta esperar para saber qual a sua abordagem, pois isso terá um impacto gigante no resto da corrida. Quererá ganhar 10 etapas? Vai preferir decidir a corrida na primeira semana e depois limitar-se a gerir? Vai ser ali uma meia ganga em que deixa as fugas terem espaço para festejar e só marca os dias em que quer realmente ganhar?
Eu estou tendencialmente inclinado a pensar que ele fará uma corrida a meio gás. Meio que para cumprir calendário, gerindo o esforço e a forma numa época que já vai longa e onde ainda conta com objetivos importantes depois desta prova. Isso não quer dizer que não ganhe cinco etapas e a geral com 10 minutos de avanço, quer só dizer que acho que vai deixar a corrida respirar e escolher meticulosamente os dias para brilhar.
É um regresso que já há muito era ansiado por todos, foi aqui que se deu a mostrar ao mundo dos mais distraídos quando, em 2019, venceu três etapas e fechou no pódio na sua primeira Grande Volta. Sabíamos que vinha aí algo especial, não pensámos que viesse algo tão dominante. Foi o inicio de um reinado que dura até hoje e que não se vê maneira de interromper.

O interesse a sério será a corrida atrás dele. Perceber que ciclistas e que equipas estarão com os olhos no pódio e como farão a sua corrida, ignorando a existência do esloveno. Há muita muita montanha, muitos dias para serem feitas diferenças, quer nas subidas finais quer com jogadas mais ousadas e de mais longe. Há também um contrarrelógio já na parte final que obrigará os trepadores a adotar uma postura mais ofensiva. E há muitos e bons candidatos a estes objetivos, já os apresentarei mais abaixo, muita gente com qualidade e sedenta de o provar, quer seja para se consolidar, para se apresentar ou se provar como ciclista para estas andanças. É aqui, na segunda linha, que decorrerá a verdadeira Vuelta.

Não só de classificação geral se faz uma corrida desta dimensão e, neste caso, o departamento dos homens rápidos é dos que me suscita mais curiosidade. É verdade que não são, na sua maioria, sprinters puros, pois esses não têm vida para o percurso desta prova, mas há muita gente versátil e com qualidade aqui, pronta para nos oferecer um bom espetáculos nas várias etapas de perfil meia ganga.
Jordi Meeus deverá ter de esperar pela terceira semana para ter as suas hipóteses, assim como Alberto Dainese e o jovem Steffen de Schuyteneer, mas há outras gentes, como Kaden Groves, Ben Turner, Orluis Aular, Bryan Coquard que, tendo a capacidade de ultrapassar dificuldades ligeiras, poderão disputar a vitória em mais dias.
O problema deles será o trio que eu vejo a dominar esta corrida. Mads Pedersen, de um lado, vindo de um Tour incrível e numa corrida onde venceu por três ocasiões na sua última participação, é o candidato natural à camisola dos pontos. Versátil, rápido, agora até trepador, será muito difícil de bater nas chegadas ao seu estilo, e são muitas. A diferença para esse ano de 2022 em que fez o que bem quis da prova é o elenco da Visma. Wout van Aert encaixa que nem uma luva nos terrenos à Mads Pedersen e chega aqui numa aparente boa forma e com a sua ponta final de regresso. Mas não a vai utilizar sempre em busca de resultados pessoais, dada a presença de Matthew Brennan, o jovem britânico que na estreia em Grandes Voltas tem a ambição legítima de vencer várias etapas lançado pelo belga. Não é tão versátil quanto os dois nomes acima mencionados, mas é mais rápido e uma das minhas apostas para brilhar nesta Vuelta. O conjunto neerlandês conta ainda com Cristophe Laporte no apoio a este duo, formando um comboio e um bloco que será muito dificil de bater.

Se eu acredito que Pogačar terá uma postura branda quanto a esta corrida, isso abre espaço para muito boa gente brilhar em fugas. Queria destacar nomes como Kuss, Tullet, Buitrago, Landa, Paret-Peintre, Brenner, Fortunato e Tejada para os dias mais duros. E desta mesma lista sairá, acredito eu, o vencedor da camisola da montanha.
Queria ainda dar destaque a nomes aleatórios que acredito terem ambições interessantes para esta Vuelta. O bloco da Movistar, com Canal, Castrillo, o Pierna bom e Romeo vão ser presença perigosa e constante nas fugas. Homens como Nys, Laurance e Cort gostam destes terrenos ondulados e poderão ter as suas hipóteses de brilhar. Nota ainda para a despedida de Pello Bilbao das Grandes Voltas, que procurará ser feita em grande estilo, e para a presença de Ivo Oliveira, a quem é mais uma vez confiada a presença numa Grande Volta com um trabalho maioritariamente ao serviço dos seus líderes, embora o relaxamento dentro da equipa possa ser de tal modo grande que ele tenha oportunidades de procurar o seu próprio resultado.
Numa prova com dois contrarrelógios planos é também prudente dar palco aos especialistas contra o relógio. Ethan Hayter e Stefan Kung são dois nomes a ter em conta, mas o personagem principal deverá ser Joshua Tarling. O britânico chega aqui naturalmente abalado pelos trágicos acontecimentos que levaram ao falecimento do seu irmão Finlay Tarling na Volta a Portugal. Se apesar disso decidiu estar presente é porque se julga em condições de dar tudo na estrada para o homenagear. Tudo começa no Mónaco, num esforço contra o relógio onde se sente como peixe na água e onde pode chegar à Roja. Seria um momento bonito e estou a torcer para que se realize.

Para fechar esta secção, um dos fatores mais apelativos desta prova. A miudagem. Há muita e muita qualidade a estrear-se aqui em grandes voltas e gente que já não vem cá só ver as vistas. Luke Tuckwell mostrou-se ao mundo no Dauphiné e com as dúvidas sobre o estado de forma do líder poderá ganhar outro nível de liberdade, assim como Jørgen Nordhagen e Jakob Ormzel, que também terão espaço dentro da equipa para procurar o melhor resultado possível. Pablo Torres chocou o mundo ao voar na Finéstre em 2024 mas desde aí tem estado um pouco aquém, algo que eu acho que vai conseguir reverter nesta prova, mostrando-se no trabalho para Pogi, quiçá numa fugazinha e até talvez com ambições de fechar no top-10 da geral. Beloki e Bisiaux já não são estreantes em provas de três semanas mas têm aqui mais uma oportunidade para mostrar ao mundo o que valem.
Jarno Widar é, entre todos estes nomes, o que mais merece a minha atenção. O belga que deu luta a Paul Seixas no Avenir do ano passado, inclusivamente vencendo-o por duas vezes em chegadas duras, está a ter uma época sólida mas sem o brilho do seu rival. Aqui poderá testar-se, atacar e mostrar de que fibra é feito. É uma promessa daquelas, apenas 20 aninhos ainda, e eu acredito que terá aqui a sua primeira vitória como profissional.

Favorito
Tadej Pogačar — O que há a dizer? Vai ganhar, vai ganhar fácil, é o melhor do mundo, quem sabe da história. Sabe-se que o domínio é avassalador quando a questão é só se vai querer ganhar muito muito ou deixar algumas migalhas para os outros. Eu aposto em cinco vitórias em etapas e oito minutos de avanço sobre o segundo classificado. Tudo em zona 2, claro.
A não perder de vista
Felix Gall — O austríaco está a ter a melhor época da sua carreira, mostrando uma consistência que ainda não lhe era reconhecida. O pódio no Giro deu-lhe muita confiança e procura aqui repetir a façanha. Parte na pole position, mas as suas debilidades no contrarrelógio e nos terrenos mais acidentados são fatores que podem vir a ser explorados pelos seus adversários.
Richard Carapaz — É louco, é atacante e é um trepador do caraças. Tudo características que se adequam muito bem a esta corrida. No Tour andou atrás de etapas, aqui acredito que o objetivo seja o pódio e, caso as pernas sejam idênticas, não acho que se possa excluir o equatoriano dessa equação.
Oscar Onley — Azarada época de estreia na nova equipa procura a salvação na última grande prova da temporada. Se evidenciar as pernas do Tour transato, ou algo perto disso, poderá chegar ao primeiro pódio da carreira em grandes voltas. A amostra na Burgos foi positiva, mostrando que a forma está no sítio e poderá ser feliz nas três semanas que se seguem.
Mattias Skjelmose — No Tour surpreendeu-me. Não pela qualidade em si, essa já era amplamente conhecida, mas pela consistência nas montanhas de maior duração. Este percurso até lhe assenta melhor, deve ganhar muito tempo aos rivais nos esforços contra o relógio e, se assim for, o primeiro pódio da carreira, e a consolidação como voltista, podem estar ao virar da esquina.
Tobias Halland Johannessen — Um Tour decepcionante, uma estreia a fazer duas Grandes Voltas na mesma temporada e uma equipa curta deixam-me algumas dúvidas quanto à capacidade do norueguês se poder inserir na mesma categorias dos nomes já citados. Ainda assim, a qualidade existe e, se aparecer no pico de forma, pode entrar na discussão.
Primož Roglič — A Vuelta é a anfitriã dos maiores sucessos da carreira do Roglão. Quatro vitórias na classificação geral e 15 vitórias em etapa é muita fruta. Para se isolar como recordista e nome maior da história da prova, precisava de mais uma Roja, algo que já parece difícil de acontecer, dado o avançar da idade, o aumentar da concorrência e o hábito de andar sempre no chão. Voltou a acontecer na preparação para esta corrida, esteve algum tempo sem treinar e isso impediu-o de chegar aqui no topo da sua forma. Ainda assim, Rogla é Rogla, na Vuelta é Roglão e eu não descarto a possibilidade de se intrometer na luta pelo pódio. Tentar, pelo menos, ele vai tentar. Se as pernas não deixarem, vai para casa mais cedo e no ano que vem tenta de novo.
João Almeida — O nosso Bota Lume está a atravessar o momento mais difícil da carreira. Uma época marcada por uma incapacidade inexplicada que levou a uma ausência prolongada. Quando tentou regressar, na Polónia, já com um discurso mais ambicioso, partiu-se todo e teve de abandonar. Apesar de tudo, não vira a cara à luta e apresenta-se à partida para esta corrida. Com menos pressão que o habitual, mas numa startlist onde se estivesse na forma do ano passado, seria facilmente o 2.º ciclista mais forte em prova. Sabemos que nessa forma não estará, mas se estiver a 80% já poderá voltar às boas exibições, quer no lançamento de Pogi quer talvez a tentar uma etapa ou um top-10 final. Aconteça o que acontecer, o mais importante é voltar a ser competitivo e capaz, preparar as bases para um 2027 melhor. E nunca esquecer a alegria que nos deu em 2025, ao vencer no Angliru e ao fazer-nos acreditar que a vitória final seria possível. Não foi o ano passado, não vai ser neste também, mas a esperança continua por cá. Força João.

Apostas falso plano
André Dias — Como no Star Wars, não há pai para o Luke.
Fábio Babau — Tadej Trio Pogačar.
Henrique Augusto — O Brennan ganha mais etapas que o Pogačar.
O Primož do Roglič — Onley Oscar interessa.
Miguel Branco — Pogi cai, Gall é sabotado pela equipa e Enric Mas ganha fácil.
Miguel Pratas — Ganha o dorsal 14, da UAE Emirates.
Nuno Gomes — João Almeida porque o rapaz diz que anda com a autoestima em baixo.
Nuno Silva — É mesmo preciso dizer?
Rogério Almeida — Vamos lá ver quem é o segundo maior Gall da capoeira.
Vítor Ferreira — É para o melhor Gall do poleiro.